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186 Unidade III Unidade III 7 COLUNA VERTEBRAL Anatomicamente a coluna vertebral pertence ao esqueleto axial, que é composto pelo crânio, vertebras de todos os seguimentos, costelas e esterno. Esse esqueleto axial é unido através das articulações entre as costelas e esterno e a articulação sacroilíaca, que envolve o sacro e ílio. A coluna vertebral caracteriza-se por uma série de ossos denominados de vértebra que individualmente articulam-se um sobre o outro constituindo o eixo central esquelético do corpo humano. A coluna vertebral apresenta funções importantes tanto para a estabilidade, dependendo assim de outros componentes como músculos e ligamentos, quanto para a flexibilidade, permitindo que os segmentos vertebrais se movimentem. A unidade funcional da coluna vertebral é semelhante em toda sua estrutura, exceto pelas duas primeiras vértebras cervicais, atlas e axis, que possuem estruturas peculiares, e pelo sacro, que é conhecido como vértebras atípicas. A unidade funcional consiste em duas vértebras adjacentes e um disco intervertebral, podendo essa ser dividida em coluna anterior e posterior. A coluna vertebral é parte integral do esqueleto axial e se articula tanto com as costelas para estruturar a caixa torácica, abrigando e protegendo os órgãos vitais, quanto com o esqueleto apendicular dos membros superiores, permitindo liberdade de movimentos, e com os membros inferiores, atuando no sistema locomotor. Osso parietal Osso occipital Vértebras cervicais (7) Vértebras torácicas (12) Vértebras lombares (5) Sacro Ísquio Púbis Ilíaco Cóstelas Escápulas Clavícula Cóccix Figura 223 – Esqueleto axial 187 CINESIOLOGIA Além de ser o eixo do corpo humano, a coluna vertebral protege o seguimento medular e assim também as raízes nervosas que partem para todo o corpo humano, permitindo a interação com os demais sistemas. Cada um dos segmentos que formam a coluna vertebral possui características morfológicas específicas, que determinam sua função e potenciais movimentos. Além disso, também existem as alterações em função da transição entre os segmentos, em que as vértebras torácicas, por exemplo, que estão mais próximas da região lombar, apresentam padrões morfológicos semelhantes às vértebras lombares. Isso acontece nas junções lombossacral, toracolombar e cervicotorácica. Lembrete A coluna vertebral é o eixo central do nosso corpo e participa de forma ativa nas transmissões de cargas dos membros superiores para os membros inferiores, favorecendo tanto a estabilidade do copro para a possibilidade de movimentos livres com os membros superiores quanto a estabilizado para a marcha. A coluna vertebral atua ainda de forma integral ao interagir com os sistemas neurais, vestibulares e musculares nas adequações posturais. 7.1 Aspectos gerais da coluna vertebral A coluna vertebral é por si só complexa e possui grande funcionalidade, interagindo ainda com o esqueleto apendicular e atuando como ponto de fixação e transmissão de carga, sendo um elo para os movimentos cinesiológicos que ocorrem em todos os planos e eixos. Figura 224 – Planos e eixos dos movimentos da coluna vertebral 188 Unidade III Os distúrbios que acometem a coluna vertebral podem atingir articulações, tecidos musculoesqueléticos, tendões, ligamentos, sistema nervoso periférico e discos articulares. Esses distúrbios são causados por doenças, traumas, uso excessivo e processo de envelhecimento normal, causando uma diversidade de problemas em tecidos conjuntivos, tecidos neurais, neuromusculares e musculoesqueléticos. Indiretamente, distúrbios na coluna vertebral podem influenciar os membros, por exemplo no caso de herniação de discos intervertebrais. Nesse caso, o disco herniado aumenta a pressão sobre tecidos neurais periféricos, o que resultaria em processo inflamatório, fraqueza e redução de reflexos nos membros inferiores. Além dos distúrbios, posturais e movimentos inadequados podem aumentar a compressão sobre os tecidos nervosos. Dessa forma, conhecer a anatomia, cinesiologia e biomecânica da coluna vertebral é fundamental para compreender os mecanismos de lesão e escolher a terapêutica adequada na reabilitação. Em sua composição, encontramos habitualmente 33 vértebras, separadas por discos intervertebrais justapostos (exceto em regiões específicas como a articulação atlanto-occipital e as vértebras sacrais que são fundidas), que formam a coluna vertebral. É ainda possível encontrar variações anatômicas como vértebras “extras” em região lombares ou em outros segmentos, as quais podem não alterar clinicamente os indivíduos, sendo frequentemente descobertas ao acaso em exames por imagens aleatórias. Toda coluna, apoiada sobre o sacro em alinhamento vertical, forma quatro curvaturas fisiológicas, como podemos verificar a seguir: • lordose (curvatura anterior); — cervical; — lombar; • cifose (convexidade posterior); — torácica; — sacral Observação As curvaturas fisiológicas da coluna vertebral podem sofrer diferentes alterações funcionais que caracterizam alterações patológicas, graves, leves ou moderadas. O aumento da angulação de uma curvatura é chamado de hipercifose ou hiperlordose, já a sua diminuição é chamada de retificação, ou em alguns casos leves, hipolordose ou hipocifose. 189 CINESIOLOGIA A utilização do ângulo de Cobb pode ser destacado para a verificação destas alterações de curvaturas, realizado por meio do exame de imagem chamado de raio X. Uma alteração clássica da coluna vertebral é a escoliose, caracterizado por um desvio trimimensional, com estruturação vertebral. A escoliose possui diferentes origens, como neurológicos e funcionais, podendo ainda não ter causas definidas, ou seja, as idiopáticas. É importante perceber que as curvaturas se desenvolvem por completo após o ser humano enfrentar a gravidade, fato que inicia com seis meses de idade na posição sentada, e segue em ortostatismo e posturas desafiadoras, como durante a pratica esportiva, até o fim da vida, passando por constantes adaptações. De forma geral, as curvaturas surgem para evitar que as cargas impostas sobre o corpo humano pela ação da gravidade venham a se acumular, assim elas podem ser dissipadas e redistribuídas, com o auxílio dos discos intervertebrais. A coluna vertebral pode ser dividida em cinco regiões: • 7 vértebras cervicais; • 12 vértebras torácicas; • 5 vértebras lombares; • 5 vértebras sacrais; • 4 vértebras coccígeas. Devido ao complexo costal que se une às vertebras e às distintas interações entre os grupos musculares e articulações adjacentes, a coluna vertebral possui grande movimentação, porém cada seguimento (torácico, lombar e cervical) contempla um grupo de movimentos específicos. A relação corpo vertebral, disco intervertebral e corpo vertebral, compõe uma articulação do tipo cartilaginosa, sínfise e anfiartrose. Lembrando que o tipo de tecido é fibrocartilaginoso, o disco é uma estrutura em sínfise e a anfiartrose é a classificação funcional de pouca movimentação. Essa porção é responsável por conter até 70% de toda carga imposta sobre a coluna vertebral, sendo principalmente dissipada pelo núcleo pulposo. Posteriormente encontramos a articulação zigapofisária, atualmente chamada de articulação entre os processos articulares ou articulação entre as facetas. 190 Unidade III As articulações facetarias direita e esquerda entre os processos articulares superior e inferior são diartroses do tipo deslizante revestidas por cartilagem articular. Entre as vértebras, existem três tipos de componentes articulados funcionais, que são: • Processos transversos e espinhoso – envolve facilitadores mecânicos potencializadores da mecânica de movimento de músculos e ligamentos. • Articulações apofisárias – direcionam o movimento intervertebral através da posição das facetas articulares, funcionando como trilhos. • Articulação intersomática – faz a conexão entre o disco intervertebral e as vértebras que estão acimae abaixo do disco. Forame intervertebral Raiz nervosa espinal Cauda equina Ligs. supra e infraespinais estirados Articulação apofisária Processo articular superior Medula espinal Cápsula da articulação apofisária estirada Faceta articular inferior Processo transverso Processo espinoso Articulação intersomática (disco intervertebral) Figura 225 – Os três componentes funcionais Cada seguimento vertebral possui diferente alinhamento, ditando assim a possibilidade de movimentos, tanto em forma única quanto em forma composta, em que a sequência de movimento vertebral permite um amplo movimento de tronco, como a flexão. A coluna vertebral possui um desafio único como eixo do corpo humano, esta deve ao mesmo tempo ser rígida, para fornecer estabilidade e proteção para a medula, e flexível, permitindo mobilidade, flexibilidade e boa transmissão de cargas mecânicas durante funções como a locomoção. Sendo a coluna vertebral o eixo do corpo humano, uma adequada simetria deve existir, assim como proporcionalidade das tensões impostas pela contração muscular, permitindo a liberdade de movimento bilateral. 191 CINESIOLOGIA Imagine que cada vértebra sofra tensões superiores, inferiores, laterolaterais e diagonais, caso essas tensões não estejam proporcionais; é possível que a articulação permaneça mal posicionada, o que pode favorecer a alteração biomecânica e assim o surgimento de distintas condições patológicas, como artrose facetaria, ou simplesmente quadros álgicos de origens miofasciais. Frank Holdsworth em 1963 classificou a coluna vertebral como dividida em seguimento anterior (corpo, disco e corpo) e posterior (articulação zigapofisária e arco neural). Tal proposta foi revista por Francis Denis após 20 anos, no modelo de três seguimentos (1. Corpo, disco e corpo; 2. Articulação zigapofisária 3. Seguimento posterior ligamentar). Ambas as pesquisas possuem fundamentos ligados ao processo cirúrgico, em que o comprometimento da estabilidade vertebral após as fraturas é o principal componente. A coluna vertebral possui três diferentes sistemas para sua estabilidade, como definido por Manohar Panjabi: • Sistema passivo. — Vértebras, discos intervertebrais e ligamentos. • Sistema ativo. — Músculos tensões e aponeuroses. • Sistema neural. — Sistema nervoso central e periférico. Estabilidade da coluna Sistema ativo Controle motor Sistema passivo Figura 226 192 Unidade III Saiba mais Conheça o trabalho de Holdsworth; Denis e de Panjabi em: DENIS, F. The three column spine and its significance in the classification of acute thoracolumbar spinal injuries. Spine, v. 8, n. 8, dez. 1983, p.817-831. Disponível em: https://journals.lww.com/spinejournal/Abstract/1983/11000/ The_Three_Column_Spine_and_Its_Significance_in_the.3.aspx. Acesso em: 9 mar. 2020. HOLDSWORTH, F. Fractures, dislocations, and fracture-dislocations of the spine. The journal of bone and joint surgery, v. 45B, n. 1, fev. 1963. Disponível em: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.1 006.1514&rep=rep1&type=pdf. Acesso em: 9 mar. 2020. PANJABI, M. M. The basic kinematics of the human spine. A review of past and current knowledge. Spine, v. 3, n. 1, mar. 1978, p. 12-20. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/347598. Acesso em: 9 mar. 2020. O funcionamento cinesiológico da coluna vertebral segue quatro princípios: • Transferência e dispersão de cargas, como as implementadas pela ação da gravidade. • Fornecimento de fixação aliada a mobilidade estável. • Proteção da região medular. • Rigidez para garantir a locomoção e movimentação. A relação entre duas vértebras e as musculaturas cria a unidade funcional conhecida como segmento móvel, contendo as três articulações já citadas anteriormente (articulação intervertebral e duas articulações entre os processos articulares, a esquerda e a direita). Vamos revisar um pouco sobre os tipos de articulação, ossos e estruturas da coluna vertebral, para assim poder entender como é tal funcionalidade. Estrutura das vértebras (aspectos gerais) As vértebras típicas possuem as seguintes estruturas: • Corpo: 193 CINESIOLOGIA — Estrutura que acopla o disco intervertebral e suporta grande carga. — Osso esponjoso com placa cartilaginosa em extremidades superiores e inferiores. — Tamanho aumentado conforme ação de cargas compressivas. • Pedículos: — Interligação entre o corpo e arco neural. — Estrutura limite para o forâmen intervertebral. — Relação entre os pedículos superiores a saída dos ramos nervosos. • Lâmina: — Parede que angula o processo espinhoso. — Canal raquidiano limitado em sua face posterior. — Semelhante à estrutura em forma de borboleta na imagem radiográfica. • Processos articulares: — Estruturas que formam a articulação entre os processos articulares e orientam a movimentação da coluna vertebral. • Apófises: — Apófise vertebral posterior: eminências ósseas a partir da lâmina vertebral. — Apófise transversa ou costiforme: lateral ao eixo vertebral, formada pela continuidade dos pedículos na sua face lateral: – Quinta vértebra lombar possui uma especificidade, sendo a apófise transversaria formada por continuidade posterior do corpo vertebral. – Apófises articulares: emergem dos pedículos e conectam as vértebras posteriormente, sendo o apoio posterior intervertebral. – Apófise odontoide ou processo odontoide: particularidade do Axis que atua como eixo para a rotação vertebral cervical. 194 Unidade III • Facetas articulares: região cartilaginosa; estão entre a articulação apofisária. Na região torácica, as facetas também se comunicam com as costelas. • Cápsula articular: estrutura fibrosa que reveste a articulação entre os processos articulares. • Forâmen vertebral: regiões onde ocorre a passagem de estruturas nervosas e vasculares. • Ligamentos: estruturas fibromas que estabilizam a coluna vertebral para determinados movimentos. Lig. longitudinal posterior Lig. longitudinal anterior Cápsula da articulação apofisária Lig. intertransverso Lig. supraespinal Pedículo (cortado) Lig. amarelo ou flavum Lig. longitudinal posterior Disco intervertebral Lig. longitudinal anterior Lig. supraespinal Vista lateral Vista anterior Vista posterior Pedículo (cortado) Disco intervertebral Lig. longitudinal posterior Canal vertebral Lig. amarelo ou flavum Lig. interespinal Lig. da articulação apofisária A) B) Figura 227 – Ligamentos da coluna vertebral Quadro 21 – Principais ligamentos da coluna vertebral Estrutura Função Ligamento longitudinal anterior Estabilização desde atlanto-ociptal até a transição lombo-sacral Ligamento interespinhoso Limita movimentos de flexão Ligamentos cruciformes Ligamentos superior, transverso e inferior. Comunica-se com as fibras do ligamento alar 195 CINESIOLOGIA Estrutura Função Ligamentos inter-transversos Estabilidade para movimentos de inclinação Ligamento costo-transverso e ligamento radiado Estabilidade costovertebral Ligamentos amarelos Conectam as faces laminares Ligamento longitudinal posterior Ligamento que fornece estabilidade dentro do canal vertebral. 7.2 Curvas da coluna vertebral É preciso entender que a coluna vertebral em seu desenvolvimento natural adquire curvaturas a fim de evitar o acúmulo de cargas axiais compressivas devido à gravidade que constantemente comprime as vértebras. A coluna vertebral é composta de quatro curvas fisiológicas assim formadas: curva cervical, com sete vértebras, a dorsal com 12, a lombar com cinco, a sacral também com cinco vértebras e a coccígeas variando de três a quatro estruturas. Se não houvesse essas curvas, a base da coluna lombar suportaria pressões de até 10 vezes o peso corpóreo em sedestação. As forças se concentram numa pequena superfície vertebral na região lombar e por esse motivo exercem essa grande pressão de carga. As quatro curvaturas vertebrais fisiológicas se desenvolvem no plano sagital e atuam de forma compensatória, de modoque, em relação às massas corpóreas, elas tendem a criar um centro de marcha estável. • Curvatura sacral, fixa devido à solda definitiva das vértebras sacrais. Esta curvatura é de concavidade anterior. • Lordose lombar, de concavidade posterior. • Cifose dorsal, de convexidade posterior. • Lordose cervical, de concavidade posterior. É possível que alterações ocorram nas normalidades das curvaturas da coluna vertebral, em que encontramos: • Retificação, quando as curvas estão diminuídas. • Hipercifose ou hiperlordose, quando estão aumentadas. Durante o desenvolvimento do ser humano, a coluna lombar inicia-se com uma concavidade anterior. A partir de cinco a seis meses de idade, devido ao bebê assumir a posição sentada, a coluna lombar passa a migrar para uma retificação até o 13º mês. Aos 8 anos, a coluna consolida suas estruturas em totalidade e, aos 13, tende a assumir a curvatura fisiológica que levará até o final da vida. 196 Unidade III O desenvolvimento das capacidades motoras do bebê permite que os músculos extensores presentes na coluna cervical tracionem a cabeça e o pescoço do bebê, conforme ele desperta o interesse em observar o ambiente ao seu redor. Posteriormente, os músculos flexores do quadril tracionam anteriormente a pelve, causando uma discreta lordose, que será mais proeminente quando a criança adotar a bipedestação. Dessa forma, após essa fase, o indivíduo apresenta quatro curvaturas normais, lordose cervical, cifose torácica, lordose lombar e cifose sacrococcígea. Cifose sacrococcígea Cifose sacrococcígea Lordose lombar Lordose cervical Figura 228 – Visão lateral das curvaturas fisiológicas Essas curvaturas fisiológicas fornecem à coluna vertebral resistência e elasticidade, permitindo que ela funcione como um arco. Quando esse arco é colocado sob alguma força de compressão, o estiramento dos tecidos conjuntivos e musculares presentes na convexidade da curva são capazes de compartilhar essa carga. Ao mesmo tempo que as curvaturas fisiológicas e a capacidade de ceder quando colocada sob alguma carga, a coluna vertebral também pode sofrer com o cisalhamento de estruturas presentes nas regiões de transição entre as curvas, gerando desgastes prematuros, principalmente nas regiões cervicotorácica e toracolombar. Apesar de a postura corporal ser pessoal e transitória, juntamente com a manutenção das curvas fisiológicas, também é importante manter uma boa postura, uma vez que o corpo enfrenta constantemente a força da gravidade. Uma boa postura permite que o centro de gravidade do corpo ajude a manter um formato ideal de curvaturas fisiológicas. 197 CINESIOLOGIA Processo mastoide Segunda vértebra sacral Articulação do quadril Articulação do joelho Tornozelo (articulação talocrural) Figura 229 – Linha da gravidade passando por um corpo com uma postura ideal As curvaturas fisiológicas podem ser alteradas por doenças, tais como espondilite anquilosante e distrofias musculares, ou por fraqueza muscular causada pelo processo de envelhecimento. Quando a lordose lombar se torna uma hiperlordose, por exemplo, também ocorre hipercifose torácica de maneira compensatória. Quando essas alterações são severas, o estresse sobre os músculos, ligamentos, ossos, articulações apofisárias, discos intervertebrais e saída de raízes nervosas podem reduzir a capacidade de expansão dos pulmões. Para a manutenção das curvaturas fisiológicas, os ligamentos são um dos recursos utilizados. Um vasto conjunto de ligamentos atuam limitando movimentos, o que permite não só a manutenção das curvaturas fisiológicas, mas também permite estabilizar a coluna e proteger a medula e as raízes nervosas. As curvaturas da coluna vertebral permitem movimentos em todos os planos e eixos, porém é importante notar que os movimentos que ocorrem internamente nas articulações intervertebrais e zigapofisária não são os mesmo que ocorrem no tronco à visão macroscópica. Ocorre que, devido à angulação da articulação entre os processos articulares (zigapofisária), os movimentos singulares entre duas vértebras são dificultosos, e dessa forma acabam por ocorrer de forma combinada em grande parte. A somatória de movimentos da coluna vertebral no espaço permite a circundação. 198 Unidade III Analisando um segmento móvel único, percebe-se que não é possível grande amplitude de movimento, dessa forma os exercícios que realizamos são baseados em somatórias de pequenas ações articulares, ou seja, diferentes “microgrupos” movem-se para uma unidade atuar em grande amplitude. Os possíveis movimentos da coluna vertebral criados por somatória de pequenos movimentos entre vértebras adjacentes são: • flexão-extensão; • inclinação (flexão) lateral à esquerda e à direita; • rotação axial. Mensurar a amplitude de movimento da coluna vertebral é desafiador, uma vez que, através do goniômetro, a acurácia se torna reduzida devido à dificuldade em analisar a segmentação a partir de estruturas ósseas visíveis durante o movimento. Cada porção vertebral possui diferentes amplitudes, em que a flexão e a extensão são maiores em vértebras cervicais e lombares e reduzidas em região torácica, uma vez que o gradil costal acaba por estabilizar as vértebras. A articulação C5-C6 pode atingir até 16º, enquanto L5-S1 até 20º. Já analisando a coluna torácica, devido à estrutura de faceta ser orientada para anterior e posterior, a flexão e extensão se limita a quatro graus em T1-T2 e dez graus em T11-T12. A região toracolombar pode somar até 60º de extensão, sendo que o movimento de hiperextensão pode gerar grande carga compressiva entre as facetas de L5-S1, sendo um dos principais causadores de dores lombares crônicas. Tanto as atividades laborais quanto diárias, e principalmente esportivas, exigem grande amplitudes de movimentos da coluna vertebral, principalmente a hiperextensão para permitir alavancas, normalmente associadas à rotação, o que pode promover grande torque em regiões como as intra-articulares. Inclinar o tronco para os lados é chamado de flexão lateral e ocorre no plano frontal. Ao comparar os segmentos vertebrais, a região torácica possui menor amplitude de flexão lateral de 9º, similar à articulação entre C3-C4, que realiza até 12º; a principal justificativa é a relação de fixação costoexternal do gradil costal com as torácicas. A região torácica também não possui grandes amplitudes de flexão lateral, sendo o promontório um grande limitador para a articulação L5-S1. Para uma medida de boa acurácia de movimentação vertebral é preciso um exame de imagem radiográfica, em que os acidentes ósseos podem ser bem delimitados, ou demais exames como tomografia computadorizada e mesmo ressonância magnética em janela T1, porém esses dois últimos apresentam elevado custo, tornando a radiografia o primeiro exame a ser solicitado. 199 CINESIOLOGIA Quando analisamos a rotação, percebemos que a cervical possui maior liberdade, porém, nesse caso, a região torácica permite maior movimento que a região lombar. A região atlanto-axial é capaz de até 13º de rotação, superior aos segmentos torácicos, que permitem uma média de 8º, reduzindo progressivamente a partir de T7, sendo quase imperceptível na relação toracolombar, devido à transfiguração dos processos articulares, que em vértebras lombares estão no plano sagital. Nessa análise rotacional, a articulação L5-S1 permite até 5º. A dificuldade de realizar exames por imagens radiográficas no plano transversal dificulta a capacidade de avaliar as rotações vertebrais. Sabe-se, no entanto, que entre a pelve e o crânio existem mais de 90º de rotação. Cinesiologia do disco intervertebral Muito conhecido por suas condições patológicas (hérnia de disco), o disco intervertebral é parte de uma articulação fibrocartilaginosa do tipo sínfise, que possui pouco movimento e atua de forma a amortecer as cargas axiais compressivas e redistribui-las evitando acúmulos e sobrecargas. Dentro do corpo humano, o disco constituia maior estrutura avascular existente, sendo que sua nutrição parte principalmente da interação do disco com a placa terminal das vértebras, onde os movimentos da coluna acabam por realizar uma adequada nutrição por todo o disco. Diferentemente do que muitos acabam por pensar, o disco intervertebral é inervado pelo nervo sinuvertebral, podendo ainda ter inervação complementada por outros ramos, sendo apenas sensitivos. Segundo Oliveira et al: O nervo sinuvertebral surge diretamente à frente do nervo espinhal distal ao gânglio, juntamente com os ramos comunicantes. Em cada nível há vários filamentos, que se anastomosam entre si e com os ramos do lado oposto na linha média. Ele emite fibras nervosas para a dura-máter, para a adventícia de vasos sanguíneos e um número de fibras nervosas para o ligamento longitudinal posterior e para a margem do ânulo fibroso (2002, p. 196). Placa terminal vertebral Núcleo pulposo Ânulo fibroso Figura 230 – Aspectos do disco intervertebral 200 Unidade III O núcleo pulposo contempla quase 50% do disco intervertebral, sendo uma estrutura gelatinosa formada por substâncias hidrófilas. • Muco polissacarídeos retenção de água: — Manter o disco hidratado e flexível • Proteoglicanos: — 70% e 90% de água, mucopolissacarídeos, colágeno e glicosaminoglicanos. Seu anel fibroso realiza a estabilidade e centralização do núcleo pulposo, composto de bandas concêntricas inclinadas de formas opostas, inserindo-se tanto na região óssea em sua periferia quanto na região de placa terminal. São funções do disco intervertebral: • Favorecer a congruência entre corpos vertebrais. • Redistribuir as cargas axiais reduzindo o impacto compressivo. • Favorecer a movimentação intervertebral. Sua formação é composta por: • Anel fibroso. • Núcleo pulposo. • Placa terminal. O anel é responsável por abrigar o núcleo, o qual absorve a maior parte das cargas impostas sobre a região. O livre mas contido movimento existente do núcleo em relação ao disco garante que essa carga seja redistribuída sobre “qualquer” condição de movimentação. • Inclinação anterior: flexão. • Inclinação posterior: extensão. • Inclinação lateral. • Rotação. Durante todos os movimentos impostos sobre a coluna vertebral, a integridade estrutural do disco, garante a função adequada, porém o simples processo do envelhecimento favorece a desidratação da estrutura do anel fibroso, gerando fissuras, possibilitando a invaginação do núcleo pulposo, reduzindo a função da estrutura e iniciando um ciclo vicioso de aumento da instabilidade e aumento de carga. 201 CINESIOLOGIA 7.3 Cervical As vértebras presentes nessa região apresentam uma morfologia específica, que são os forames transversos ou transversários, localizados nos processos transversos, que envolvem e protegem as artérias vertebrais. Essas artérias são responsáveis por levar sangue através do forame magno, chegando até o cérebro e medula espinal. Articulação uncovertebral (C3-C4) Disco intervertebral saudável (C3-C4) Osteófilo ao redo da articulação uncoverterbral (C4-C5) Disco intervertebral degenerado (C4-C5) Inflamação da raiz do nervo espinal C5 Tubérculo anterior do processo transverso Ramo ventral Ramo dorsal Raiz do nervo espinal C4 Forame intervertebral Figura 231 – Aspectos diferenciais da coluna vertebral cervical Comparando com a mobilidade das outras vértebras, as vértebras cervicais possuem uma amplitude elevada, além de serem menores, isso devido ao alinhamento de suas estruturas. Forame transverso Pedículo Tubérculo anterior Tubérculo posterior Lâmina Forame transverso Processo transverso Canal vertebral Atlas (C1) Áxis (C2) Figura 232 – Vista superior das vértebras cervicais 202 Unidade III Além das duas vértebras cervicais atípicas citadas anteriormente, existe uma terceira, a C7. A C7, que também é conhecida como vértebra proeminente, é a maior das vértebras cervicais e possui muitas características das vértebras torácicas, uma vez que é uma vértebra de transição cervicotorácica. A cervical, está localizada na porção do pescoço, e possui uma função diferenciada de receber o crânio (articulação atlanto axial), estabilizando e permitindo adequada mobilidade para tarefas visuais, olfativas e mesmo auditivas. Processo transverso Articulação uncovertebral Forame intervertebral Processo transverso Processo uncinado Tubérculo posterior Tubérculo anterior Figura 233 – Ligamentos da porção cervical Os principais ligamentos que estabilizam a região são: • ligamento longitudinal anterior; • ligamento longitudinal posterior; • ligamentos intra-transversário; • ligamento supra-espinhal; 203 CINESIOLOGIA • ligamento interespinhal; • ligamentos capsulares de faces articular. Praticamente mais da metade de toda amplitude de rotação da coluna vertebral é de responsabilidade da relação atlanto-axial, assim como aproximadamente 40% de toda flexão está relacionada à região. Lembrando que ambas as vértebras são atípicas por terem estruturas diferenciadas das demais. Atlas é o nome da primeira vértebra cervical, assemelha-se a um anel, com uma porção semi-pontiaguda anterior e posterior. São estruturas da atlas: • forame transversal; • face articular superior e inferior; • fóvea do dente no arco anterior; • sulco para artéria vertebral; • arco posterior e arco anterior. A C2 é chamada de axis. Seu corpo possui uma projeção superior chamado de processo odontoide, que se articula com a atlas e fornece o eixo das rotações. É importante citar que a articulação atlanto axial não possui disco intervertebral, logo a relação de dispersão de cargas é diferenciada das demais vértebras. Basicamente todas as porções da coluna vertebral possuem interação com outros seguimentos do corpo humano, não apenas devido à interação neural, mas também pela condição muscular. Podemos analisar as seguintes interações: • Crânio – cervical. • Articulação temporo mandibular – cervical. • Segmento vertebral torácico – cervical. Por esse motivo, ao analisar os movimentos cinesiológicos e biomecânicos da coluna cervical, é preciso se atentar às articulações diferenciais como a ATM. Pensando ainda nessas interações, é possível compreender o motivo pelo qual muitos diagnósticos de cefaleia tensional podem ser difíceis de ser diagnosticado, além da interação entre a mastigação e disfunções temporo mandibulares com a região em questão. 204 Unidade III Analisando por regiões musculares, a cervical divide-se da seguinte maneira: • Região anterior: — Platisma. • Região lateral: — Esternocleidomastóideo, escaleno anterior, médio e posterior e reto da cabeça. • Região pré-vertebral: — Longo da cabeça, longo do pescoço e reto anterior da cabeça. • Supre-hióideos: — Digástricos, estilóideo, miloióideo e genoióideo. • Infra-hióideos: — Esternohióideo, esternotireóideo, tireóideo e omoióideo. 7.4 Torácica Na região torácica as vértebras se articulam com as costelas. Exceto a primeira e a última vértebra torácica, que se articulam com apenas um par de costelas, todas as outras dez vértebras se articulam com os pares de vértebras. A primeira vértebra torácica articula-se com o primeiro par de costelas através de facetas costais inferiores. A 12° vértebra torácica se articula com o último par de costelas através das facetas costais superiores. Todas as outras vértebras torácicas se articulam com as costelas tanto superior quanto inferiormente. A T1 e a T12 possuem características de transição. A T1, por ser uma vértebra de transição cervicotorácica, possui algumas características de vértebras cervicais. Já a T12, por ser uma vértebra de transição toracolombar, possui algumas características de vértebras lombares. As vértebras de menor mobilidade e maiores estabilizações são as torácicas e interagem com a região contribuindo para a proteção dos órgãos vitais, além de indiretamente influenciarem em mobilidade de ombro, devido aos músculosque estão entre os processos espinhosos e as escápulas. Os aspectos diferenciais dessa região estão relacionados às costelas, que imprimem marcas tanto no corpo vertebral quanto nos processos transversos. 205 CINESIOLOGIA Os principais ligamentos dessa região são: • Ligamentos que resistem à flexão: — Ligamento longitudinal posterior, ligamento amarelo, ligamento supraespinhal, ligamento infraespinhal e ligamento capsular da articulação zigapofisária. • Ligamentos que resistem à extensão: — Ligamento longitudinal anterior. Convém observar que estruturas ósseas como o processo espinhoso e a apófise também contribuem. • Ligamentos que resistem à inclinação: — Concavidade: – Limitada pela impactação apofisária. — Convexidade: – Ligamento amarelo – Ligamento longitudinal posterior. Processo articular superior Hemifaceta costal superior Processo espinhoso Lâmina Faceta costal Pedículo Faceta costal superior Corpo Disco intervertebral Hemifaceta costal inferior Canal vertebral Processo articular inferior A) B) Vista posterior Vista lateral Processo espinhoso Articulação apofisária Forame intervertebral Faceta costal Processo transverso Faceta articular superior Articulação costotransversal Processo transverso Faceta articular superior Articulação costocorpórea Figura 234 – Vértebras torácicas 206 Unidade III Faceta articular superior Articulação apofisária (T6-T7) Processo espinoso (T6) Faceta costal no processo transverso (para o tubérculo da oitava costela) Faceta articular inferior Par de hemifacetas costais (para a cabeça da oitava costela Forame intervertebral Figura 235 – Vértebras torácicas, evidenciando as impressões costais e as facetas articulares Saiba mais Leia mais a respeito em: NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014. 7.5 Coluna lombar A coluna lombar é constituída pelo conjunto de cinco vértebras que inferiormente articula-se com a base do osso sacro e superiormente se articula com o platô inferior da vértebra T12 torácica. Esse conjunto de cinco vértebras apresenta características anatômicas típicas e atípicas dos segmentos torácico e cervical. Em sua maioria, as vértebras lombares apresentam características semelhantes, a lâmina e o pedículo são curtos e grossos, formando assim as paredes posteriores e lateral do canal vertebral que apresenta característica quase triangular. As vértebras lombares distinguem-se das vértebras cervicais pelo grande corpo vertebral, pela ausência de forames intervertebral e pelo processo espinhoso bifurcado. A distinção das vértebras torácicas ocorre pelo fato de as vértebras lombares não apresentarem fóveas costais e não terem processo espinhoso longo e verticalizado. A topografia das vértebras lombares faz delas um grande suporte mecânico de cargas compressivas, a presença de corpos vertebrais maciços e amplos é adequada justamente para suportar todo o peso sobreposto da cabeça, tronco e braços, mas também tem papel importante na dissipação de forças compressivas advindas da força de impacto do membro inferior contra o solo e sua força de reação. 207 CINESIOLOGIA Assim como em todo o complexo vertebral, a estrutura da coluna lombar desempenha seu papel estabilizador e essa estabilidade é garantida pela atuação dos tecidos moles como ligamentos e disco intervertebral, como também a atuação importante dos músculos da região lombar. Da mesma forma que essas mesmas estruturas trabalham em conjunto para manter a estabilidade lombar, também proporciona flexibilidade durante o movimento dentro dos limites fisiológicos de amplitude. É de suma importância o conhecimento da anatomia, cinesiologia e biomecânica para que possamos compreender os fatores lesionais desse segmento e quais as alternativas terapêuticas que poderemos utilizar. Pedículo Processo transverso Processo espinoso Lâmina Faceta articular superior Canal vertebral Figura 236 – Vista superior das vértebras lombares 7.5.1 Osteologia e artrologia lombar A coluna lombar apresenta uma estrutura robusta por ser submetida à maior carga do sistema esquelético, tendo essa mesma região a função de absorver e dissipar essas cargas para outros elementos estruturais para que não ocorram lesões. As vértebras lombares são grandes e apresentam corpos mais largos latero-lateralmente em relação ao diâmetro anteroposterior, também apresentam característica mais longa e, na região anterior do platô, existe uma espécie de concavidade mínima. As duas lâminas apresentam uma direção póstero-medial, porém o seu plano é oblíquo para inferior e lateral. Os pedículos das vértebras lombares são curtos, tendo seus processos espinhosos e amplos, além de pequenos processos transversos que se projetam posteriormente. Eles formam o limite superior 208 Unidade III e o limite inferior dos forames intervertebrais. Os processos espinhosos têm como características estarem numa posição mais horizontal e serem pequenos, apresentando ainda processos costiforme, disposto numa posição latero-oblíqua. As vértebras lombares articulam-se entre si através dos discos intervertebrais onde a vértebra superior apoia-se sobre a vértebra inferior, e, através da ligação das articulações dos processos facetais, em que a faceta articular inferior da vértebra superior articula-se com a faceta articular superior da vertera inferior. Os movimentos da região lombar estão diretamente ligados ao posicionamento das facetas articulares, sendo assim, entendemos que o movimento de cada segmento vertebral depende da orientação das facetas articulares. 7.5.1.1 Orientação das facetas articulares e a relação com o movimento lombar As superfícies das facetas da maioria das articulações facetarias lombares são orientadas quase que na posição vertical, o que facilita a mecânica dos movimentos de flexo-extensão da coluna lombar. Durante o movimento de flexão, o corpo da vértebra superior inclina-se e desliza levemente para anterior, o que proporciona a diminuição do disco na região anterior, acarretando o deslocamento do núcleo pulposo para a região posterior e aumenta a espessura do disco intervertebral. Durante o movimento de extensão, o corpo vertebral inclina-se e desliza no sentido posterior, deslocando o núcleo para a região anterior e aumentando o tamanho do disco na região anterior. O núcleo pulposo é uma estrutura rica em proteoglicanos localizada no centro do anel fibroso, o deslocamento do núcleo pulposo na coluna está diretamente ligado ao movimento realizado. 7.5.2 Sistema ligamentar O sistema ligamentar tem papel fundamental na estabilidade e flexibilidade lombar, esse sistema de vários ligamentos pode ser analisado através de um corte sagital. O ligamento longitudinal anterior é uma longa fita espessa que se estende desde a base do osso occipital até o sacro, ele se insere na face anterior dos discos intervertebrais. O ligamento longitudinal posterior também é uma longa fita que se estende desde o processo basilar até o canal sacral. Diferentemente do LLA, o ligamento longitudinal posterior não tem ligação com o corpo vertebral, no qual se mantém separado devido à passagem dos plexos venosos paravertebrais. O ligamento amarelo tem sua inserção localizada na margem superior da lâmina subjacente e acima na face interna da lâmina da vértebra superior. Entre cada apófise espinhosa se estende o ligamento interespinhoso que se prolonga para trás pelo ligamento supraespinhoso, cordão fibroso que se insere nos vértices das apófises espinhosas. Entre os processos transversos das vertebras observa-se o ligamento intertransversário que tem sua porção lombar muito desenvolvida. 209 CINESIOLOGIA 7.5.3 Efeitos cinesiológicos do movimento de flexão e extensão lombar Quadro 22 Estrutura Efeito da flexão Efeito da extensão Núcleo pulposo Deslocado posteriormente Deslocado anteriormente Anel fibroso Lig. longitudinal posterior Tenso posteriormente Tensãoaumentada Tenso anteriormente Tensão diminuída Lig. longitudinal anterior Tensão diminuída Tensão aumentada Lig. amarelo Lig. interespinal Lig. supraespinal Medula espinal Tensão aumentada Tensão aumentada Tensão aumentada Tensão aumentada Tensão diminuída Tensão diminuída Tensão diminuída Tensão diminuída 7.6 Região sacral e coccígea O sacro é formado, geralmente, pela fundição de cinco vértebras e possui um formato triangular, sendo sua base voltada superiormente e seu ápice voltado inferiormente. Na infância, esses ossos não são fundidos, mas sim unidos por uma membrana cartilaginosa, o que muda na vida adulta, passando para uma condição de ossos fundidos. Uma de suas funções é a distribuição de carga da coluna vertebral para a pelve. Psoas maior Quadrado lombar Superfície articular (articula com o ilíaco) Piriforme Promontório sacral Cóccix Forames sacrais ventrais Ilíaco Processo transverso Figura 237 – Vista anterior da região lombossacral 210 Unidade III O sacro possui quatro pares de forames dorsais, por onde passam ramos dorsais de raízes nervosas. O cóccix é um pequeno osso formado pela fundição de quatro vértebras, que se articula com o ápice do sacro, formando uma articulação chamada de sacrococcígea. Na infância, a articulação sacrococcígea possui um disco fibrocartilaginoso e a sua união é mantida através de vários ligamentos. Na vida adulta, essa articulação se funde. 7.7 Palpação da coluna vertebral Para iniciarmos os exames clínicos de palpação sobre a coluna vertebral, é importante saber localizar algumas vertebras que serviram como pontos-chaves para que assim seja possível palpar os processos espinhosos e ser analisado clinicamente o alinhamento das vértebras. • O alinhamento entre a crista-ilíaca (para palpar as cristas ilíacas, devemos solicitar que o paciente fique em pé) nos permite localizar o espaço intervertebral L4-L5. • O alinhamento entre os ângulos inferiores das escápulas (paciente com os braços relaxados ao longo do corpo) localiza o processo espinhoso da sétima vértebra torácica. O processo espinhoso da primeira vértebra torácica pode ser palpado a partir do seguinte método: • Com o paciente sentado, pedir flexão de pescoço, palpar os dois processos espinhosos salientes, pedir extensão de pescoço sem perder as estruturas palpadas e solicitar que o paciente vire o pescoço para os lados. A vértebra que se move é a VII vértebra cervical e a que permanece estável é a I vértebra torácica. Para palpar as vértebras sacrais: • O ponto-chave está na vértebra S2, localizada entre as espinhas ilíacas póstero superiores. Para localizar os processos transversos: • Deixar o paciente sentado. • Palpar os processos espinhosos. • Lateralizar a palpação bilateralmente até a medida de dois dedos do paciente em média. Tórax: • Localizar o esterno: — Osso plano no centro superior torácico. 211 CINESIOLOGIA • Localizar o manúbrio: — Paciente sentado com os braços em abdução 90°, palpar o terço inferior do esterno. • Localizar os espaços intercostais e ou costelas: — Espaço intercostal. Paciente sentado, palpar região inferior da clavícula próxima ao esterno. — Costela. Paciente sentado, palpação superior e posterior a clavícula. 7.8 Músculos da coluna vertebral A musculatura da coluna vertebral pode ser dividida segundo diferentes critérios: por localização (profundos, superficiais, anterior, posterior e laterais); por função, por exemplo, a estabilização da musculatura profunda; por movimentos de flexão e extensão de tronco. 7.8.1 Aspectos gerais sobre músculos 7.8.1.1 Fibras estriadas esqueléticas A classificação dos músculos por sua vez os dividem de acordo com quatro diferentes funções. • Agonista: — Em uma contração a musculatura agonista é aquela que realiza a função principal de acordo com a movimentação articular que ocorre. • Antagonista: — Em uma contração o músculo antagonista é aquele que se opõe ao movimento articular principal agindo como regulador do movimento. • Sinergista: — Realizam a função de estabilizar as articulações para que apenas os movimentos planejados ocorram, e não todos que cada músculo é capaz de produzir. • Fixador: — Músculos que realizam a estabilização proximal. A coluna vertebral, diferentemente de membros superiores e inferiores, possui uma grande porção de músculos que são fixadores e estabilizadores, como veremos a seguir. 212 Unidade III As fibras estriadas esqueléticas compõem os músculos mais conhecidos, sendo estes os músculos de contração voluntária, ou seja, quando possuímos a intenção de realizar o movimento. São características dessas fibras: • Aspecto cilíndrico. • Aspecto alongado. • Até 100 mm de diâmetro e 12 cm de comprimento, característica de grande diferença em comparação com as demais fibras musculares. • Núcleos periféricos. • Citoesqueleto estriado. São componentes dessas fibras musculares estriadas esqueléticas: • Membrana plasmática. • Citoplasmas. • Reticulo endoplasmático liso. • Reticulo sarcoplasmático. Existem outras características únicas que devem ser citadas. • Citoesqueleto desenvolvido: — Elementos contráteis. — Miofibrilas com até 3 cm de diâmetro. — Presença de filamentos finos e grossos. — Sarcômeros. — Actina. — Miosina. 213 CINESIOLOGIA Suas estrias apresentam organização transversal com: • Banda A: — Filamento espesso sobreposto ao fino. — Faixa escura. • Banda I: — Linha Z com filamento fino. — Faixa clara. Estas fibras apresentam túbulos T com invaginações que adentram o interior da fibra muscular, em região entre a banda I e A, para favorecer: • Condução rápida de impulso elétrico. • Propagação do potencial de ação. Seu citoplasma apresenta ainda diferentes proteínas, como: • Distrofina. • Desmina. • Cristalina. • Pectina. É importante perceber que a coluna vertebral possui íntima ligação com aponeuroses e fáscias, em que os músculos são em grande parte “laminares” ou em forma de “leques”. Os músculos possuem importantes funções para a coluna vertebral e para o corpo humano. Os músculos controlam a postura através da estabilização do esqueleto axial. Auxiliam na proteção da medula espinal e dos órgãos internos e também fornecem o torque necessário para a movimentação do corpo como um todo. Os músculos relacionados à coluna vertebral são músculos do esqueleto axial, que possui duas divisões, região do tronco e região craniocervical. Essas regiões possuem subdivisões organizadas em grupos, relacionados à sua localização. Para definir a localização a que o músculo pertence, deve-se verificar em qual região concentra-se a maior parte de suas inserções. 214 Unidade III Quadro 23 – Organização anatômica dos músculos relacionados à coluna vertebral Região do tronco Grupo Músculos Músculos do tronco Grupo 1 – músculos do dorso Camada superficial – trapézio, latíssimo do dorso, romboide Camada intermediária – serrátil posterior superior, serrátil posterior inferior Camada profunda – são três subgrupos: Eretores (espinais, longuíssimos e iliocostais) Transversoespinais (músculos semiespinais, multífidos e rotadores) Segmentar curto (músculos interespinais e intertransversais) Grupo 2 – músculos da parte anterolateral do tronco (abdominais) Oblíquo interno do abdome, oblíquo externo do abdome e transverso do abdome Grupo 3 – músculos adicionais Iliopsoas, quadrado lombar Músculos da região craniocervical Grupo 2 – músculos da parte posterior da região craniocervical Grupo superficial – esplênio cervical e esplênio da cabeça Grupo profundo – reto posterior maior da cabeça, reto posterior menor da cabeça, oblíquo superior da cabeça e oblíquo inferior da cabeça Todos os músculos possuem ações sobre o esqueleto, de modo que essas ações dependem do grau de fixação ou estabilização das inserções musculares. Quando a origem muscular está estabilizada, sua ação envolve a inserção e, quando a inserção está estabilizada, sua ação envolvea origem. 7.8.2 Anatomia e ações individuais dos músculos do tronco Os músculos do tronco são divididos em três grupos: músculos anterolaterais do tronco, músculos posteriores do tronco e músculos adicionais. 7.8.2.1 Músculos posteriores do tronco São divididos em superficial, intermediário e profundo Quadro 24 – Músculos profundos do dorso Grupos Músculos individuais Direção geral das fibras Eretores da coluna (superficial) Iliocostais lombares Cranial e lateral Iliocostais torácicos Vertical Ilicostais cervicais Cranial e medial Longuíssimos torácicos Vertical Longuíssimos cervicais Cranial e medial Longuíssimos da cabeça Cranial e lateral Espinais torácicos Vertical 215 CINESIOLOGIA Grupos Músculos individuais Direção geral das fibras Espinais cervicais Vertical Espinais da cabeça Vertical Transversoespinais Semiespinais torácicos Cranial e medial Semiespinais cervicais Cranial e medial Semiespinais da cabeça Vertical Multífidos Cranial e medial Rotador curto Horizontal Rotador longo Cranial e medial Segmentares curtos (profundos) Interespinais Vertical Intertransversais Vertical M. intercostal externo Ramificação lateral Ramo cutâneo anterior M. intercostal interno M. intercostal íntimo Ramificação anterior Ramo cutâneo lateral Ramificação posterior M. serrátil anterior M. latíssimo do dorso M. subescapular M. redondo maior Escápula M. infraespinalM. trapézio Ramo anterior (nervo intercostal) Ramos comunicantes cinzento e branco Gânglio simpático Nervo espinal Gânglio sensitivo do nervo espinal Raiz posterior Raiz anterior M. intercostal externo Esterno Ramificação medial M. intercostal externo M. romboide maior M. eretor da espinha Membrana intercostal interna Ramo cutâneo posterior Ramificação lateral Ramificação medial Ramo posterior M. intercostal externo Figura 238 – Corte transverso da T9 demonstrando alguns músculos profundos do dorso 216 Unidade III 7.8.2.2.2 Músculos do dorso Serão descritos a seguir os músculos que atuam na coluna vertebral com seus respectivos pontos de origem e inserção, além da inervação e ação. • Músculo trapézio: músculo superficial com sua origem na linha nucal superior e nas vértebras das regiões cervical e torácica, de C7 à T12. Suas inserções são a borda posterior da clavícula, acrômio e espinha da escápula. Possui algumas funções: elevação do ombro, adução das escápulas, rotação superior das escápulas, depressão do ombro, extensão da cabeça e inclinação homolateral e rotação contralateral da cabeça. Sua inervação são os nervos acessório (XI par craniano) e nervo do trapézio (C3-C4). M. semiespinal da cabeça M. esplênio da cabeça M. espinhoso da vértebra C VII M. esplênio do pescoço M. levantador da escápula M. romboide menor (cortado) M. supraespinal M. serrátil posterior superior M. romboide maior (cortado) Fáscia infraespinal (sobre o m. infrasespinal) Mm. redondos maior e menor M. latíssimo do dorso (cortado) M. serrátil anterior M. serrátil posterior inferior 12ª costela M. eretor da espinha M. oblíquo esterno do abdome M. oblíquo interno do abdome M. glúteo máximo Crista ilíaca M. oblíquo interno do abdome no trígono lombar (de Petit) M. oblíquo externo do abdome Aponeurose toracolombar Processo espinhoso da vértebra T XII M latíssimo do dorso M. redondo maior M. redondo menor Fáscia infraespinal M. deltoide Espinha da escápula M. trapézio Região (trígono) cervical posterior M. esternocleidomastóideo Processo espinhoso da vértebra C II Linha nucal superior Figura 239 - Músculo trapézio 217 CINESIOLOGIA • Músculo latíssimo do dorso: músculo superficial, que realiza adução, extensão e rotação medial do ombro, além de depressão do ombro. Sua origem está nos processos espinhosos das últimas seis vértebras torácicas e em todas as vértebras lombares, crista do sacro, 1/3 posterior da crista ilíaca e face externa das quatro últimas costelas. Sua inserção está no sulco intertubercular e sua inervação é o nervo toracodorsal (C6-C8). Observação Entender a localização desses músculos, função e invercação permitem que o fisioterapeuta possa avaliar o paciente de forma integral e compreender por meio dos relatos e avaliação clínica quais são os músculos ou miótomos afetados. • Músculo romboide: realiza a adução e a rotação inferior das escápulas e elevação do ombro. Sua origem está nos processos espinhosos de C7 à T15 e sua inserção está na borda medial da escápula. Sua inervação é o nervo dorsal da escápula (C5). • Músculo levantador da escápula: origem no processo transverso do atlas até a C4 e inserção no ângulo superior da escápula. Suas ações são elevação e adução da escápula; inclinação e rotação homolateral da coluna cervical e extensão da cabeça. Inervação: nervo dorsal da escápula (C5). • Músculo serrátil menor póstero-superior: origem nos processos espinhosos da C7 à T3 e inserção na borda superior e face externa da 2ª a 5ª costela. Sua ação é a elevação das primeiras costelas durante a inspiração. Inervação: ramos dos quatro primeiros nervos. • Músculo serrátil menor póstero-inferior: origem nos processos espinhosos da T11 à L3 e inserção na borda inferior e face externa das quatro últimas costelas. Sua inervação é dos 9º aos 12º nervos intercostais. Ação de depressão das últimas costelas durante a expiração. • Músculo esplênio da cabeça: origem nos processos espinhosos de C7 à T4 e inserção 1/3 lateral da linha nucal superior e processo mastoide do osso temporal. Suas ações são extensão, inclinação e rotação homolateral da cabeça. Inervação: nervos espinhais do segmento correspondente. • Músculo esplênio do pescoço: origem nos processos espinhosos de T3 a T6 e inserção no processo transverso das três primeiras vértebras cervicais. Suas ações são extensão, inclinação e rotação homolateral da cabeça. Inervação: nervos espinhais do segmento correspondente. • Músculo dorsal longo: porção da cabeça com origem nos processos transversos de T1 até T4 e processos articulares de C4 até C7. Inserção no processo mastoide; porção do pescoço com origem nos processos transversos de T1 a T4 e inserção nos processos transversos de C2 a C6; porção do tórax com origem nos processos transversos das vértebras lombares e aponeurose lombocostal e inserção nos processos transversos das vértebras torácicas e das dez últimas costelas. Suas ações são extensão e inclinação homolateral da coluna vertebral. Inervação: nervos espinhais (ramos dorsais). 218 Unidade III — Sua origem está no sacro e suas inserções vão até a C2. Ligam o processo transverso de uma vértebra com o processo espinhoso da vértebra suprajacente. Suas ações são extensão e rotação contralateral da coluna vertebral. Inervação: nervos espinhais do segmento correspondente. • Músculos multífidos: não possui apenas uma origem, sendo ela encontrada no dorso do sacro, EIPS, processos mamilares das lombares, processo transverso das torácicas e processos articulares da C4 à C7. Inserção nos processos espinhosos de três a cinco vértebras acima da C7. Suas ações são estabilização e extensão da coluna vertebral. Inervação: nervos espinhais do segmento correspondente. M. multífidos Figura 240 – Músculos multífidos • Músculo longo do pescoço: músculo profundo com diversas inserções entre os corpos vertebrais de todas as vértebras cervicais; sua origem se dá nas três primeiras vértebras torácicas. A ação de suas fibras anteriores é a flexão da cabeça. Suas fibras laterais atuam na estabilização vertical da cervical em conjunto com os músculos escalenos. • Músculo longo da cabeça: músculo profundo que tem origem nos processos transversos das vértebras cervicais inferiores e mediais, na base do occipital. Sua principal ação é a flexão e estabilização da região craniocervical, além da ação secundária, que é a flexão lateral. • Músculo reto anterior da cabeça: músculo profundo e mais curto que o reto lateral da cabeça e se origina nos processos transversaisdo atlas. Sua inserção é anterior ao côndilo occipital e sua ação é flexionar a cabeça. • Músculo reto lateral da cabeça: músculo profundo e curto, com origem no atlas, em seus processos transversais. Sua inserção é na lateral ao côndilo occipital, tendo a ação de flexionar a cabeça lateralmente. 219 CINESIOLOGIA Longo do pescoço Longo da cabeça Vista anterior Reto lateral da cabeça Reto anterior da cabeça Figura 241 – Músculos longo do pescoço, longo da cabeça, reto anterior e reto lateral da cabeça 7.8.3 A musculatura profunda e a estabilização Durante todo o dia, seja em atividades laborais ou desportivas, a coluna vertebral deve estar “protegida” pela musculatura profunda. O que se sabe que ocorre de forma inadequada em indivíduos com dorsalgia, quando os estabilizadores profundos acabam por contrair tardiamente. A estabilização da coluna vertebral ocorre de forma involuntária, baseada na percepção da intenção do movimento, de modo que a musculatura por si só acaba por se contrair. Durante a imposição de cargas diárias, os músculos estabilizadores se contraem para fornecer sustentação da coluna, similar a uma pessoa que contrai seu corpo para receber um impacto. Para que a estabilização seja feita de forma correta, é preciso uma interação com diferentes musculaturas, em que a região abdominal atue como uma caixa, sendo: • Parede anterior e lateral composta da musculatura abdominal (reto abdominal, oblíquo externo, oblíquo interno e transverso do abdome). • Parede posterior composta de multífidos, eretores da espinha, quadrado lombar e demais músculos. • Parede superior composta do diafragma. • Parede inferior composta da musculatura do assoalho pélvico. Percebendo isso, é necessário compreender que a musculatura da coluna vertebral por si só não consegue estabilizar a coluna como um todo, sendo então necessárias a integridade e proporcionalidade de forças e tensões entre todas as musculaturas citadas anteriormente. 220 Unidade III Se, por qualquer motivo, alguma dessas musculaturas sofrer alterações, é possível que a função dos estabilizadores profundos, não seja eficaz, embora esteja “normal” conforme o esperado. Logo, para perceber tais alterações, o fisioterapeuta deve entender por completo a forma de avaliar todos esses músculos, em suas funções específicas e combinadas. Pensando dessa forma, até mesmo o parto pode alterar a musculatura do assoalho pélvico e abdominal, podendo influenciar, de forma ainda não totalmente compreendida, na estabilização da coluna vertebral. Uma ineficiência nessa função leva o indivíduo a alterações como sobrecargas nas articulações vertebrais, resultando desde dores inespecíficas, ou seja, não diagnosticadas ou não associadas a alterações em exames de imagem, até redução da mobilidade ou mesmo lesões como artrose facetaria, desidratação discal, entre outras. Aprender a contrair a musculatura profunda é então fundamental para o tratamento, a reabilitação e mesmo a prevenção da coluna vertebral. Sabe-se atualmente que uma musculatura superficial integrada e bem desenvolvida não está diretamente relacionada à contração eficaz da musculatura profunda como os multífidos e o transverso do abdome. Além dos músculos citados, outros também atuam de forma global ou específicas, como demonstrado no quadro. Quadro 25 – Músculos superficiais e profundos Musculatura específica Musculatura global Multífidos Reto do abdome Oblíquo interno Fibra lateral do oblíquo externo Fibra medial do oblíquo externo Psoas maior Quadrado lombar Eretores da espinha Diafragma Porção torácica do iliocostal Musculatura do assoalho pélvico Glúteo Iliocostal e longuíssimo (porção lombar) Ao realizar o treinamento adequado de ativação da musculatura estabilizadora, todo e qualquer movimento ocorrerá nas regiões distais do corpo (MMSS e MMII) sem que exista qualquer sobrecarga em região dorsal, principalmente lombar, que habitualmente recebe maior ação compressiva. Lembrando sempre que os estabilizadores devem ser pensados de forma tridimensional, e não individual. 221 CINESIOLOGIA 8 ATIVIDADES E EXERCÍCIOS CINESIOLÓGICOS 8.1 Prancha lateral Figura 242 – Prancha lateral A prancha lateral é um exercício para ganho de estabilidade lateral, sendo muito exigida a estabilidade do controle pélvico e principalmente no controle da estabilidade do ombro. Quanto ao posicionamento para a execução do exercício, nesse exercício os dois principais pontos de apoio são os tornozelos e um cotovelo do lado de apoio, os membros inferiores devem manter-se paralelos acompanhados pelo alinhamento da coluna vertebral e da cabeça. É importante o terapeuta observar se durante a execução do exercício não está havendo compensações, como o acoplamento das escapulas no gradil costal, a queda ou rotação pélvica e o alinhamento da cabeça. Para executar o exercício é importante a contração de alguns grupos musculares. A ocorrência das compensações mencionadas está relacionada com a carência de força muscular e com o controle do movimento. Nesse exercício iremos demonstrar os músculos importantes para a manutenção da postura durante a execução do exercício. Para a manutenção da estabilidade do ombro é de suma importância a ativação dos músculos do manguito rotador. Nesse exercício esses músculos se contraem para manter a estabilidade da articulação glenoumeral. É também importante a ativação do músculo serrátil anterior e romboide na manutenção do controle escapular. O alinhamento pélvico e do tronco depende de outros músculos como glúteo médio, tensor da fáscia lata quadrado lombar e latíssimo do dorso do lado do apoio. 222 Unidade III Observação Esses treinamentos são frequentemente utilizados para o desenvolvimento da estabilização central, fundamental para alterações posturais, dores no dorso e fadiga devido a posturas laborais que favorecem a sobrecarga. 8.2 Prancha frontal Figura 243 – Prancha frontal A prancha frontal é um exercício que, apesar de envolver um posicionamento com quatro pontos de apoio, requer uma exigência física importante para a manutenção da postura. É uma posição que possibilita a variação de exercícios dentro desse mesmo posicionamento. Nessa posição o indivíduo poderá realizar variações como o movimento de um membro inferior, mantendo-o alinhado ao longo do tronco, e também o movimento de um membro superior, mantendo o braço e antebraço alinhado com o ombro em posição horizontal. Pode-se alternar o movimento dos membros entre lado esquerdo e direito. O importante nesse exercício é a observação do alinhamento dos membros inferiores quanto ao posicionamento dos joelhos, deve-se verificar se não há flexão. Quanto ao quadril, é importante observar a estabilidade pélvica, nessa observação é importante perceber se ocorre desabamento pélvico inferior ou rotações do quadril. Uma última observação é avaliar o alinhamento escapular e o alinhamento dos ombros, é fundamental avaliar o posicionamento escapular no gradil costal, se a escápula está com seus ângulos e suas bordas acopladas as costelas. 223 CINESIOLOGIA Para a manutenção da postura e estabilidade nesse exercício, é fundamental a ativação dos músculos do manguito rotador para manutenção da estabilidade da articulação glenoumeral, assim como os músculos que mantêm a estabilidade escapular como serrátil anterior e romboide. É importante também a ativação dos flexores, rotadores e inclinadores de tronco, flexores, joelho, dorsi flexores. Todos esses músculos trabalhando em conjunto proporcionam um melhor sinergismo, sendo fundamental para a execução do exercício com menor gasto energético, e diminuem as chances de lesão. Lembrete É comum, durante a prática de exercícios como esses, que o paciente (principalmente no início do seu treino) gere compensações e acabe por desenvolver fortes dores pós-treino, conhecidas como dores musculares tardias. 8.3 Flexão de tronco Figura 244 – Flexão de tronco Para a execuçãodesse exercício, o indivíduo fica posicionado sobre três pontos de apoio, sendo um ponto de apoio a região posterior da pelve apoiada sobre os músculos glúteo máximo, e os outros dois pontos de apoio localizam-se na região dos tornozelos, de modo que o calcâneo direito e esquerdo fiquem em contato com o solo. Nesse exercício o terapeuta pedirá para que o indivíduo em posição de decúbito dorsal realize uma flexão de joelho de aproximadamente 45°, apoiando somente o retropé no solo. Em seguida pede para que o aluno realize uma flexão de tronco de 45°, mantendo a mão direita no ombro esquerdo e a mão esquerda no ombro direito. 224 Unidade III Nesse exercício os músculos anteriores de tronco, ou seja, os flexores, trabalham para manter o posicionamento do tronco em flexão, os músculos flexores de quadril têm papel fundamental mantendo a estabilidade lombo pélvica, assim como os flexores de joelho e tornozelo mantêm sua atividade isométrica forçando o membro inferior a permanecer fixo no solo. Para a execução desse exercício é fundamental que o indivíduo tenha um bom controle motor associado à força muscular, pois esse posicionamento requer uma exigência física importante para que durante a execução do exercício não ocorram compensações. 8.4 Flexão de tronco com flexão de ombro Figura 245 – Flexão de tronco com flexão de ombro Existe uma similaridade desse exercício com o exercício anterior, isso porque o posicionamento do tronco em relação aos membros inferiores é igual. Existe uma variação do exercício, em que o aluno terá que realizar a flexão de ombro com os braços paralelos segurando uma bola. Variações de movimento dentro do exercício acontecem num momento em que há adaptação ao exercício, ou seja, o exercício começa a ser realizado de forma mais confortável, sem instabilidade, tornando-o assim de fácil execução. O detalhe dessa variação de posição é que outros grupos musculares começam a ser ativados devido ao movimento do membro superior. Para a manutenção da postura, os músculos flexores de ombro e os estabilizadores escapulares adutores e rotador superior escapular serão ativados. 225 CINESIOLOGIA É fundamental que, durante a execução do exercício, o terapeuta esteja atento para que não ocorram compensações, como queda do tronco, perda da flexão dos ombros e deslocamento superior dos membros inferiores, não conseguindo mantê-los apoiados na superfície. 8.5 Flexão de tronco associado à rotação Figura 246 – Flexão de tronco associado à rotação Semelhante ao exercício anterior, o posicionamento do tronco em relação aos membros inferiores é igual, existindo assim uma variação do exercício, em que o aluno agora terá que realizar uma flexão de ombro associada à rotação de tronco, os braços continuam na posição paralela acompanhando o movimento de rotação do tronco. O detalhe dessa variação de posição é que agora os músculos rotadores de tronco começam a atuar para a manutenção da postura em rotação, tendo ainda assim a atividade dos músculos flexores de ombro e os estabilizadores escapulares adutores. É importante que o terapeuta esteja atento para que não ocorram compensações, como queda do tronco, perda da flexão dos ombros, perda da rotação de troco e deslocamento superior dos membros inferiores, não sendo possível mantê-los apoiados na superfície. 226 Unidade III 8.6 Agachamento bipodal com elástico Figura 247 – Agachamento bipodal com elástico Para a execução desse exercício, é fundamental que o indivíduo tenha um bom controle sensório motor, as habilidades motoras associadas aos movimentos permitem que o exercício seja realizado de forma homogênea, com o mínimo de gasto energético. Nesse exercício, o terapeuta instrui o indivíduo a posicionar os membros inferiores alinhados com o quadril, mantendo uma flexão de joelho entre 80° e 90° e flexão de quadril de aproximadamente 45°. Além disso, o indivíduo será instruído a manter uma flexão de ombro de aproximadamente 90°. O detalhe desse exercício é que, além de manter a posição, o indivíduo terá que resistir a uma força de resistência externa com o uso de faixa elásticas estabilizada pelas plantas dos pés. Com os membros superiores, o indivíduo fará a flexão de ombro esticando a faixa elástica e resistindo a tensão inferior. Nesse exercício é importante o terapeuta estar sempre atento às compensações, principalmente pela carga imposta ao membro superior e extensores de joelho. 227 CINESIOLOGIA 8.7 Agachamento bipodal com faixa elástica Figura 248 – Agachamento bipodal com faixa elástica Semelhante ao exercício anterior, as exigências cinesiológicas e biomecânicas são bem parecidas, havendo apenas uma variação de movimento de membro superior. Nesse exercício, o indivíduo será instruído a realizar a flexão de quadril associada à flexão de tronco. A diferença desse exercício para o anterior é que o aluno agora realiza uma abdução de ombro, exigindo assim a ativação de grupos musculares como abdutores de ombro e também rotadores superiores escapular. Nesse momento é importante que o terapeuta note posteriormente o sinergismo do movimento escápulo-umeral. É fundamental observar se as escápulas, a partir do movimento do membro superior, estão acopladas ao gradil costal, não apresentando desprendimento das suas bordas. 228 Unidade III Articulação glenoumeral e escapulo torácica: a partir de 60° de abdução ou flexão para cada grau de movimento, a escápula roda superiormente 2° superiormente. 8.8 Agachamento bipodal com rotação Figura 249 – Agachamento bipodal com rotação Percebemos que esse exercício é muito semelhante ao exercício anterior, aqui ocorre o movimento também de flexão de joelho e de quadril, mantendo uma base de apoio com os membros inferiores separados a uma distância de aproximadamente 30 cm. Na imagem percebemos que o indivíduo, além dos movimentos descritos, agora realiza uma rotação de tronco associada à flexão de ombro com os membros superiores resistindo a uma força externa da faixa elástica. Nesse movimento há uma exigência importante dos músculos rotadores de tronco para a manutenção da postura e execução do exercício. A cada movimento associado, é aumentada a dificuldade de execução do exercício, sendo assim, é importante que essa mudança ocorra somente quando o indivíduo realmente estiver preparado para a execução, diminuindo assim o risco de lesões. 229 CINESIOLOGIA Resumo A coluna vertebral caracteriza-se por uma série de ossos denominados de vértebra, que individualmente articulam-se uma sobre a outra constituindo o eixo central esquelético do corpo humano. A coluna vertebral apresenta funções importantes tanto para a estabilidade, dependendo assim de outros componentes como músculos e ligamentos, quanto para a flexibilidade, permitindo que os segmentos vertebrais se movimentem. Diferentemente de outros segmentos do corpo humano, a coluna vertebral consegue ao mesmo tempo ser rígida e flexível, abrigando em seu centro a medula espinhal, além de fornecer mobilidade e transmitir as cargas axiais para os membros inferiores. A coluna vertebral deve abrigar e proteger a medula, permitindo livre passagem no sistema nervoso central para o sistema nervoso periférico. Na coluna vertebral existem habitualmente 33 vértebras, separadas por discos intervertebrais justapostos (exceto em regiões específicas como a articulação atlanto-occipital e as vértebras sacrais, que são fundidas), que formam a coluna vertebral. Esta forma as famosas curvaturas fisiológicas, que são as lordoses (curvaturas anteriores) e as cifoses (curvaturas posteriores). Cada seguimento vertebral possui maior ou menor mobilidade de acordo com os alinhamentos das facetas articulares nas articulações entre os processos articulares. A musculatura que envolve a coluna vertebral e a região dorsal contempla uma rede com camadas diferentes de músculos interconectando membros superiores, inferiores, cabeça, ombro e quadril, demonstrandocomo a coluna vertebral e a região dorsal são um elemento central para o movimento humano. O fortalecimento desta musculatura foi por muito tempo realizado de modo isolado, atualmente sabemos que a prática de exercícios, sejam isométricos, excêntricos, sejam concêntricos, deve ser realizada frente a movimentos funcionais e que relembrem o dia a dia do paciente. 230 Unidade III Exercícios Questão 1. (IADES 2017) A coluna vertebral está situada na região axial do esqueleto humano e é formada pelo número variável de 32 vértebras e sustentada por numerosos ligamentos e músculos. Em relação aos aspectos cinesiológicos desse segmento do corpo humano, assinale a alternativa correta: A) Os movimentos da coluna estão limitados aos planos sagital e coronal. B) Os músculos oblíquos, ao se contraírem, comprimem a cavidade abdominopélvica e agem nos movimentos de extensão e rotação do tronco. C) A contração bilateral do quadrado lombar puxa a cavidade torácica em direção à pelve ou estende a coluna vertebral; a contração unilateral inclina a coluna lateralmente para o lado que é contraído. D) A presença de curvaturas na coluna vertebral possui relevância biomecânica, contribuindo para que os movimentos sejam mais harmônicos. E) A região torácica, em razão de estar articulada com as costelas, é a maior porção móvel da coluna. Resposta correta: alternativa C. Análise das alternativas A) Alternativa incorreta. Justificativa: a coluna é triaxial. B) Alternativa incorreta. Justificativa: os músculos oblíquos, ao se contraírem, comprimem a cavidade abdominopélvica e agem na flexão do tronco. C) Alternativa correta. Justificativa: essencialmente, o quadrado lombar contribui para a estabilização e movimentação da coluna e da pelve. Uma contração bilateral leva a uma extensão da coluna vertebral lombar. Quando o músculo é ativado somente em um dos lados, o tronco se dobra naquela direção (flexão lateral). D) Alternativa incorreta. Justificativa: a coluna vertebral tem flexibilidade graças às articulações, porém nem todas são móveis. As curvaturas não são harmônicas por poderem ser lordose, escoliose ou cifose. 231 CINESIOLOGIA E) Alternativa incorreta. Justificativa: a região cervical é a mais móvel e não a torácica. Questão 2. (IF/CE 2016) Graças à mobilidade da coluna vertebral, o tronco pode efetuar movimentos globais em todos os planos do espaço, flexão, extensão, rotação e inclinação lateral. A amplitude desses movimentos não é a mesma em cada nível vertebral. Determinadas regiões são hipermóveis, enquanto outras praticamente não possuem movimento. Durante o movimento de flexão anterior da coluna nas vértebras lombares, a consequência é: A) Os ligamentos interespinais e interapofisários não entram no movimento. B) O disco é comprimido (pinçado) posteriormente e alongado anteriormente. C) Os ligamentos situados posteriormente ao núcleo (eixo do movimento de flexão) são colocados em relaxamento, para liberar o movimento. D) O primeiro ligamento a ser tensionado é o supraespinal. E) Os ligamentos situados anteriormente ao núcleo (eixo do movimento de flexão) são colocados em tensão. Resposta correta: alternativa D. Análise das alternativas A) Alternativa incorreta. Justificativa: o ligamento interespinhal também se funde com o ligamento supraespinhal. O ligamento intertransversário encontra-se entre os processos transversos e limitam a flexão lateral do tronco. B) Alternativa incorreta. Justificativa: a pressão mais alta recebe mais compressões fazendo com que o disco seja projetado par trás. C) Alternativa incorreta. Justificativa: os ligamentos situados posteriormente ao núcleo (eixo do movimento de flexão) ficam tensos para reequilibrar a coluna para a linha da gravidade. 232 Unidade III D) Alternativa correta. Justificativa: o ligamento supraespinhal une os ápices dos processos espinhosos adjacentes. A partir do 7º processo espinhoso até o osso occipital, é reforçado por feixes colágenos e torna-se ligamento nucal. E) Alternativa incorreta. Justificativa: os ligamentos situados posteriormente ao núcleo (eixo do movimento de flexão) são colocados em tensão. 233 FIGURAS E ILUSTRAÇÕES Figura 1 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 55. Figura 2 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 6. Figura 3 TORTORA, G. J; DERRICKSON, B. Princípios de anatomia e fisiologia. 14. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2016. p. 317. Figura 4 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético: 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014, p. 280. Figura 5 TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de anatomia e fisiologia. 14. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2016. p. 232. Figura 6 Adaptado de KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 33. v. 1. Figura 7 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 282. Figura 8 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 288. 234 Figura 9 SACCO, I. C.; TANAKA, I. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 38. Figura 10 NETTER, F. H. Atas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. prancha 408. Figura 11 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 15. v. 1. Figura 12 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 15; 17, v. 1. Figura 13 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 19, v. 1. Figura 14 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 21, v. 1. Figura 15 NETTER, F. H. Atas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. prancha 408. Figura 16 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 41, v. 1. B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 41, v. 1. C) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 41, v. 1. D) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 41, v. 1. Figura 17 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 170, v. 1. 235 Figura 18 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 43, v. 1. B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 43, v. 1. C) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 43, v. 1. D) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 43, v. 1. Figura 19 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 170, v. 1. Figura 20 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 167, v. 1. Figura 21 NETTER, F. H. Atas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. prancha 405. Figura 22 NETTER, F. H. Atas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. prancha 406. Figura 23 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 328. FIGURA 24 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 329. Figura 25 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 330. 236 Figura 26 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 327. Figura 27 A) NETTER, F. H. Atas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. prancha 411. B) NETTER, F.H. Atas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. prancha 411. Figura 28 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 333. Figura 29 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 173. Figura 30 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 174. Figura 31 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 174. Figura 32 A) HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 174. B) HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 174. Figura 33 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 171. Figura 34 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. 237 Figura 35 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. Figura 36 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 174. Figura 37 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 173. Figura 38 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 173. Figura 39 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 289. Figura 40 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 290. Figura 41 KAPANDJI, A.I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 75, v. 1. Figura 42 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 293. Figura 48 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 174. Figura 49 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 209. v. 1 238 Figura 50 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 179. Figura 51 Adaptada de NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 183. Figura 52 A) KAPANDJI, A.I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 97. v. 1 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 97. v. 1 C) KAPANDJI, A.I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 97. v. 1 Figura 53 A) SACCO, I. C.; TANAKA, I. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 63. B) SACCO, I. C.; TANAKA, I. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 63. C) SACCO, I. C.; TANAKA, I. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 63. Figura 54 A) SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 176. v. 1 B) SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 176. v. 1 C) SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 176. v. 1 Figura 55 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000, p. 91. v. 1. Adaptado. Figura 56 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. 239 Figura 57 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. Figura 58 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. Figura 59 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. Figura 60 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. Figura 61 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 199. Figura 62 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 203. Figura 67 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 425. Figura 68 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 111. v. 1 Figura 69 HAAL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. p. 181. Figura 70 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 185. Figura 71 A) NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 424. 240 B) NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 424. Figura 72 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 363. Figura 73 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 184. Figura 74 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 184. Figura 75 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 183. Figura 76 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 426. Figura 79 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 439. Figura 80 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 217. Figura 81 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 221. Figura 82 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 141. v. 1 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 141. v. 1 Figura 83 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 223. 241 Figura 84 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 223. Figura 85 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 219. Figura 86 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 437. Figura 87 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 438. Figura 88 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 190. Figura 89 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 190. Figura 90 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, p. 190. Figura 91 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, p. 191. Figura 92 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, p. 191. Figura 93 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 191. Figura 96 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 316. 242 Figura 97 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 250. Figura 98 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 257. Figura 99 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 195. v. 1 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 195. v. 1 C) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 195. v. 1 Figura 100 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 260. Figura 101 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 197. v. 1. Adaptado. Figura 102 SMITH, L. K.; WEISS, E. L.; LEHMKUHL, L. D. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 5. ed. São Paulo: Manole, 1997. p. 246. Figura 103 SOBOTTA, J. Atlas deanatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 181. v. 1 Figura 104 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 181. v. 1 Figura 105 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 183. v. 1 Figura 106 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014, prancha 437. 243 Figura 107 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 438. Figura 108 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 190. Figura 109 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 190. Figura 110 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 191. Figura 111 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 191. Figura 112 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 363. Figura 113 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 191. Figura 114 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 369. Figura 115 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 382. Figura 116 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 383. 244 Figura 117 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 382. Figura 118 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 383. Figura 119 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 383. Figura 120 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 383. Figura 121 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 384. Figura 122 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 384. Figura 123 DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2011. p. 386. Figura 124 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 263. Figura 125 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 268. 245 Figura 126 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 264. Figura 127 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 268. Figura 129 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 490. Figura 130 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. prancha 588. Figura 131 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 29. v. 2 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 29. v. 2 Figura 132 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 181. Figura 133 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 183. Figura 134 A) NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 183. B) NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 183. C) NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 183. 246 Figura 135 A) NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 186. B) NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 186. C) NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 186. Figura 136 A) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 487-488. B) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 487-488. C) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 487-488. Figura 137 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 590. Figura 138 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 590. Figura 139 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. Figura 140 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 495. Figura 141 NORDIN. M.; FRANKEL, V. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 186. 247 Figura 142 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 593. Figura 143 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. 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Figura 154 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 155 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 156 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 157 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 158 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 196. Figura 159 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 196. Figura 160 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 196. Figura 161 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 196. Figura 164 A) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 531. B) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 531. 249 Figura 165 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 614. Figura 166 SACCO, I. C. N.; TANAKA, C. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 181. Figura 167 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p.532. Figura 168 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 611. Figura 169 A) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 537. B) NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 537. Figura 170 A) SACCO, I. C. N.; TANAKA, C. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 188. B) SACCO, I. C. N.; TANAKA, C. Cinesiologia e biomecânica dos complexos articulares. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 188. Figura 171 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 112. v. 2 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 112. v. 2 C) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 112. v. 2 250 Figura 172 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 614. Figura 173 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 119. v. 2 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 119. v. 2 Figura 174 KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 135. v. 2 Figura 175 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 595; 598. Figura 176 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 205. Figura 177 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 205. Figura 178 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 179 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 180 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 181 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. 251 Figura 182 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 183 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 195. Figura 184 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 204. Figura 185 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 214. Figura 186 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 215. Figura 189 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 307. v. 2 Figura 190 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 298. v. 2 Figura 191 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 586. Figura 192 SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 296. v. 2 Figura 193 NEUMANN, D. A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: fundamentos para reabilitação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 600. 252 Figura 194 A) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 163. v. 2 B) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 163. v. 2 C) KAPANDJI, A. I. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Panamericana, 2000. p. 163. v. 2 Figura 195 NEUMANN, D. A. 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Figura 205 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 215. Figura 206 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 215. Figura 207 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 215. Figura 208 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 214. Figura 209 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 215. Figura 210 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014. p. 636. Figura 211 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 215. Figura 212 NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. p. 637. Figura 213 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 214. Figura 214 HALL, S. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. p. 214. 254 Figura 215 NETTER, F. H. 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