Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CIÊNCIAS 
ENSINO FUNDAMENTAL 
(ANOS FINAIS) 
 
TERMO II 
 
UNIDADE 2 
 
 
 
 
CONTEÚDO: 
* ECOSSISTEMAS BRASILEIROS - DIVERSIDADE 
* BIOMAS BRASILEIROS 
* FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS 
* FLUXO DE ENERGIA 
* RELAÇÕES ALIMENTARES 
* SAÚDE PÚBLICA - INDICADORES 
* VÍRUS E BACTERIAS 
* DOENÇAS 
* SORO E VACINA 
 
 
 
 
CEJAIN/CEJACON 
 
SÃO VICENTE 
2018 
 
2 
PLANEJAMENTO DE ESTUDOS 
Leia com atenção as dicas abaixo e tenha SUCESSO nos ESTUDOS. 
 
 Lembre-se que você vai estudar sozinho, segundo suas oportunidades, conveniências e ritmo de 
trabalho. Mas, o hábito de estudar deve ser planejado de forma a ocorrer sempre em um 
determinado horário. 
 
 O local de estudo deve ser bem iluminado e silencioso de modo que você possa se concetrar. Evite 
música saltas, TV ligada entre outros. 
 
 Realize todos os exercícios propostos da Unidade de estudo. Você esta com dificuldade na 
matéria? Não desanime! Venha ao CEJAIN/CEJACON e converse com o professor que o 
orientará. 
 
 Quando o professor devolver uma atividade corrigida, refaça as questões que você errou, 
consultando a Unidade de estudo. APRENDA o que ainda está com dificuldade. 
 
 Após a leitura, faça 3 perguntas difíceis sobre o assunto. Se você acertar é por que entendeu. 
 
ANTES DA AVALIAÇÃO 
 
 Nunca deixe pra estudar na véspera da prova. Siga um plano diário para poder tirar as dúvidas. 
 
 Estude sempre a matéria na sequência da apostila. 
 
 Refaça os exercícios, e em caso de dúvidas, consulte o professor. 
 
 Você deve repassar a matéria diariamente; na época da avaliação só precisará recordar o que 
estudou. 
 
DICAS PARA O DIA DA AVALIAÇÃO 
 
 Leve o material necessário para fazer a prova: lápis, borracha, caneta (azuloupreta), etc... 
 
 Leia toda a prova antes de respondê-la. Inicie sempre pelas questões mais fáceis. 
 
 Responda uma questão de cada vez. 
 
 Calcule o tempo para que sobre alguns minutos para revisar suas respostas. 
 
 Preste atenção ao enunciado das questões, isto é, o que ela spedem como respostas. 
 
 Evite rasuras. 
 
Lembre-se: toda avaliação é um documento, que deve ser feito a caneta. 
 
 
 
3 
 
EIXO: VIDA e EVOLUÇÂO 
DIVERSIDADE DE ECOSSISTEMAS 
 
Ecossistemas Brasileiros 
Com 8,5 milhões de quilômetros 
quadrados, o Brasil possui grande 
variedade de paisagem e de 
cultura; tendo desde o semi-
deserto até a biodiversidade mais 
rica do planeta; desde tribos de 
índios até modernas gerações 
interessadas na mundialização. 
Existem regiões importantes como 
as bacias sedimentares 
do Pantanal e da Amazônia, 
a Floresta Atlântica e a imensa orla 
marítima que chama a atenção 
mundial. A variedade cultural e paisagística e a falta de conflitos étnicos e fronteiriços 
deixa o Brasil em posição privilegiada, ressaltando seu potencial turístico, sobretudo o 
turismo ecológico. 
Ecossistema é definido como um sistema aberto que inclui, em uma certa área, todos os 
fatores físicos e biológicos (elemento biótipos e abióticos) do ambiente e suas interações 
o que resulta em uma diversidade biótica com estrutura trófica claramente definida e na 
troca de energia e matéria entre esses fatores. “A biocenose e seu biótopo constituem 
dois elementos inseparáveis que reagem um sobre o outro para produzir um sistema mais 
ou menos estáveis que recebe o nome de ecossistema” (Tansley, 19355). 
 
OS PRINCIPAIS ECOSSISTEMAS BRASILEIROS 
Biomas Brasileiros 
 Para falar da natureza de forma mais ampla e explicativa, é preciso conhecer alguns 
conceitos-chave, ideais para compreendê-la em sua totalidade. Um desses conceitos é 
o chamado bioma. 
 
Conhecendo os biomas do Brasil – tipos e características 
Nos biomas brasileiros, a biodiversidade é grande. Neles, são encontrados os mais 
variados tipos de vegetação, assim como diversas espécies distintas de animais. A seguir, 
vamos conhecer melhor cada um dos vários biomas que compõem o Brasil: 
Floresta Amazônia – Conhecida como a maior floresta tropical de todo o mundo, a 
floresta Amazônica é ideal para começar essa lista. Abrangendo toda a região norte, é 
dona de uma biodiversidade incrível. Possui uma floresta fechada, formada por árvores 
frondosas e de grande porte. Seu clima é quente e úmido. 
UNIDADE 2 
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/pantanal-matogrossense
https://www.coladaweb.com/geografia/amazonia
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/floresta-atlantica
https://www.coladaweb.com/biologia/ecologia/ecossistema
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/floresta-amazonica
4 
Estima-se que a floresta amazônica abriga, até mesmo, várias espécies que o ser 
humano ainda não tem conhecimento. 
Campos – Bioma presente em algumas partes da região norte e sul do Rio Grande do Sul 
(Pampas). Caracteriza-se pela vegetação rasteira, composta por gramíneas, arbustos e 
plantas de pequeno porte. 
Caatinga – O único bioma exclusivamente brasileiro. Possui uma aparência um pouco 
diferente dos demais. Está presente no sertão do Nordeste, onde o clima é semiárido. 
Plantas secas e de galhos disformes compõem a aparência da caatinga. 
Esse bioma também serve de lar para algumas espécies de cactos, as famosas plantas 
com espinhos, capazes de armazenar e absorver água para sobreviver em regiões que 
sofrem com o fenômeno da seca. 
Cerrado – Bioma encontrado em quatro estados brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do 
Sul, Tocantins e Goiás. Possui uma vegetação formada por gramíneas, arbustos e árvores 
que se retorcem. 
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/campos
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/pampas
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/caatinga
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/cerrado
5 
Litorâneos – Os biomas também podem ser encontrados nas regiões litorâneas. 
O Brasil, por ser um país com um extenso litoral, dispõe de vários deles, espalhados por 
suas regiões. 
 Região Norte: matas de várzea e mangues. 
 Região Sul: Costões rochosos e manguezais. 
 Região Nordeste: restingas, falésias e mangues. 
 Região Sudeste: vegetação de Mata Atlântica e mangues. 
Mata dos Pinhais/Mata das Araucárias – Está presente na região Sul do Brasil. A 
vegetação desse bioma forma uma floresta composta por pinheiros. O clima 
característico é o subtropical. 
Mata Atlântica – Apresenta diversos tipos diferentes de ecossistema. Antes de começar a 
ser brutalmente desmatada, esteve presente em quase todas as partes do litoral 
brasileiro. Hoje conta com apenas uma pequena porcentagem restante, a mata é 
formada por uma floresta fechada de plantas altas e médias. 
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/manguezal
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/floresta-atlantica
6 
Mata dos Cocais – Possui presença predominante nos estados do Maranhão, Tocantins e 
Piauí. Apresenta características de três biomas já citados anteriormente: a Floresta 
Amazônica, a Caatinga e o Cerrado. 
Pantanal – Presente no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. Sua vegetação abriga 
palmeiras, arbustos e gramíneas. 
Algumas áreas do Pantanal alagam quando chove. Nesses lugares, pode-se encontrar 
árvores características de uma floresta tropical. 
 
 
Fatores Bióticos e Abióticos 
Todo ecossistema é constituído por componentes bióticos (seres vivos e sua relações) 
e abióticos (elementos não vivos do ambiente). Um ecossistema pode ser tanto uma 
floresta como um pequeno aquário e os elementos físicos e químicos do ambiente 
(fatores abióticos) determinam, em larga escala, a estrutura e o funcionamento das 
comunidades vivas (fatores bióticos). 
https://www.coladaweb.com/geografia-do-brasil/pantanal-matogrossense
7 
Fatores Bióticos 
Os fatores bióticos sãoo resultado da interação entre os seres vivos em uma 
determinada região, constituindo uma comunidade biológica ou biota, assim como a 
sua influência no ecossistema do qual fazem parte. Por exemplo, em um manguezal 
todas as espécies animais, como caranguejos, guarás, lontras e vegetais, como o 
mangue preto e o mangue vermelho, compõem a biota daquele ambiente. 
Cadeias Alimentares 
São as relações entre os organismos autótrofos (que produzem o próprio alimento) e os 
heterótrofos (que precisam ingerir outros organismos para se alimentar). O mangue 
vermelho é um produtor no manguezal, o caranguejo que se alimenta de suas folhas o 
consumidor primário e a ave guará e o guaxinim que comem os caranguejos, são os 
consumidores secundários. Além dos produtores e consumidores, é de fundamental 
importância também os decompositores que fazem a ciclagem dos restos orgânicos. 
Guaxinim é um dos consumidores que vivem no 
manguezal 
Saiba mais sobre as cadeias alimentares, leia o 
artigo sobre os níveis tróficos. 
Relações Ecológicas 
São as interações que ocorrem dentro da mesma 
espécie (intraespecífica) ou entre espécies 
diferentes (interespecífica). Essas relações podem 
ser positivas, beneficiando uma ou ambas as 
espécies envolvidas (mutualismo, sociedades, entre outras), ou negativas, trazendo 
desvantagens para uma ou ambas as partes (parasitismo, predação, etc). O manguezal 
é considerado um berçário de muitas espécies marinhas, pois muitos peixes e crustáceos 
utilizam essa região para se reproduzir. 
Quer saber mais sobre as relações ecológicas? Leia o artigo. 
Fatores Abióticos 
Os fatores abióticos são os elementos não vivos do ambiente que afetam os organismos 
vivos da biota. Esses elementos podem ser físicos ou químicos. 
Os fatores físicos 
Constituem o clima 
do ecossistema, 
determinado principalmente 
pela radiação solar que 
chega à Terra. As radiações 
além de proporcionar a luz, 
que é fundamental para 
que ocorra fotossíntese 
(produção de alimento 
pelos organismos autótrofos), 
https://www.todamateria.com.br/niveis-troficos/
https://www.todamateria.com.br/relacoes-ecologicas/
https://www.todamateria.com.br/ecossistema/
8 
também influenciam na temperatura, que é uma condição ecológica decisiva para a 
vida na superfície terrestre. A temperatura influencia outros fatores climáticos tais como 
ventos, umidade relativa do ar e pluviosidade. 
No caso do manguezal, a variação das marés é um fator que afeta bastante a vida dos 
organismos que existem ali. Na alta da maré os terrenos ficam alagados e com a maré 
mais baixa ficam expostos. As plantas que vivem aí tem as raízes adaptadas para se fixar 
bem ao terreno lamacento, são as raízes escoras que ficam expostas na maré baixa. 
Raízes escoras ajudam o mangue a se fixar na lama dos manguezais. 
Leia também o artigo sobre a fotossíntese. 
Os fatores químicos 
Alguns elementos químicos, como os sais minerais são nutrientes importantes e essenciais 
para garantir a sobrevivência dos organismos. Os fosfatos, por exemplo, são importantes 
para a formação dos ácidos nucleicos, o magnésio participa da clorofila. Os ciclos 
biogeoquímicos, do nitrogênio, do oxigênio, do carbono contribuem com a ciclagem 
dos nutrientes e o fluxo de energia para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas. 
O manguezal é um ecossistema formado em locais onde há mistura de água doce com 
água salgada. A concentração dos sais varia nesses ambiente e é outro fator abitótico 
que influencia a vida da comunidade biótica. 
 
FLUXO DE ENERGIA 
 Observe que parte da energia é perdida em cada nível trófico. Sabemos que o Sol é 
fundamental para a existência de vida 
na Terra. É ele que proporciona uma 
temperatura agradável ao nosso 
planeta e fornece energia para os 
organismos fotossintetizantes. Sem 
esses organismos, o oxigênio liberado 
no processo de fotossíntese não 
existiria e, consequentemente, os seres 
que necessitam dessa substância para 
sobreviver também não. Além disso, a 
falta desses organismos causaria a 
morte de toda uma cadeia alimentar. 
Os organismos fotossintetizantes 
existentes captam cerca de 2% de 
toda a energia solar que chega ao 
planeta. Eles transformam essa 
energia em substâncias orgânicas 
através do processo 
de fotossíntese, e a energia fica 
armazenada na forma de energia potencial química. Parte dessas substâncias orgânicas 
produzidas é utilizada por esses seres para a realização do processo de respiração e a 
outra parte fica armazenada. 
Quando um consumidor primário alimenta-se dos seres fotossintetizantes, a energia 
potencial química armazenada nos compostos orgânicos é transferida para ele. Os 
https://www.todamateria.com.br/fotossintese/
https://www.todamateria.com.br/ciclo-do-nitrogenio/
https://www.todamateria.com.br/ciclo-do-oxigenio/
https://www.todamateria.com.br/ciclo-do-carbono/
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/fotossintese.htm
9 
consumidores, então, utilizam a matéria orgânica ingerida para a produção de energia, 
que, por sua vez, é usada para a realização de alguns processos importantes para a sua 
sobrevivência. Outra parte das substâncias ingeridas é perdida nas fezes e urina. Ao 
servirem de alimento para outro organismo, os consumidores primários transferem sua 
energia para esse consumidor secundário e assim por diante. 
Podemos perceber que a energia é passada para cada organismo da cadeia 
alimentar de forma unidirecional, seguindo sempre o sentido produtor → decompositor. É 
importante frisar que, a cada nível trófico, menos energia é passada. Normalmente, 
apenas 5% a 20% da energia é passada para o 
próximo nível trófico, sendo esse fenômeno 
chamado de eficiência ecológica. Diante 
dessa baixa quantidade de energia 
transferível, uma cadeia alimentar dificilmente 
possui mais de cinco níveis tróficos. 
A energia pode ser representada através das 
chamadas pirâmides ecológicas. Uma 
pirâmide de energia mostra a quantidade de 
energia química potencial que está disponível 
em cada um dos níveis tróficos de uma cadeia 
alimentar. A base da pirâmide sempre é 
representada pelos organismos produtores 
seguidos dos consumidores. Esse tipo de 
pirâmide, assim como os outros, não 
demonstram os decompositores de um 
ecossistema. 
 
RELAÇÕES ALIMENTARES (CADEIAS e TEIAS) 
 
Os termos cadeia e teia alimentar são utilizados 
para representar as relações de alimentação 
que ocorrem em um determinado ecossistema 
e permitem identificar o fluxo de energia. 
 
Para entender o funcionamento de qualquer ecossistema, é essencial compreender as 
relações de alimentação que nele ocorrem. As relações de alimentação demonstradas 
entre os grupos de organismos podem ser estudadas pela análise das cadeias e teias 
alimentares. 
→ O que é uma cadeia alimentar? 
As cadeias alimentares podem ser definidas como as relações de alimentação existentes 
entre os seres vivos de um ecossistema. Ela mostra, de maneira unidirecional, como 
a energia e os nutrientes fluem entre os seres vivos de uma determinada área. 
Na cadeia alimentar, observa-se um fluxo unidirecional de energia e nutrientes 
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cadeia-alimentar.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cadeia-alimentar.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/piramides-ecologicas.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/ecossistemas.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cadeia-alimentar.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/teia-alimentar.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/teia-alimentar.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/fluxo-energia.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/fluxo-energia.htm
10 
Os seres vivos de uma cadeia alimentar podem ser classificados em três níveis básicos, 
denominados de níveis tróficos: 
 Produtores: Organismos produtores correspondem ao primeiro nível trófico em qualquercadeia alimentar analisada. Nele se encontram os seres capazes de produzir seu 
próprio alimento, ou seja, organismos autotróficos. É importante destacar que nesse 
grupo são encontrados organismos fotossintetizantes e também quimiossintetizantes. 
Como exemplo de organismos produtores, podemos citar as plantas, as algas e 
algumas bactérias; 
 Consumidores: organismos incapazes de produzir seu próprio alimento, ou seja, 
organismos heterotróficos. Os consumidores são classificados como primários quando 
se alimentam dos produtores; de secundários quando se alimentam dos primários; de 
terciários quando se alimentam dos secundários e assim sucessivamente. É importante 
salientar que não existem cadeias com muitos níveis tróficos, pois, a cada nível, perde-
se energia e matéria. 
 Decompositores: englobam organismos que fazem a decomposição, processo 
essencial para a reciclagem da matéria orgânica. Nesse processo os nutrientes tornam-
se disponíveis novamente no ambiente. Os decompositores atuam em todos os 
organismos após sua morte e, por isso, normalmente, não são representados em 
esquemas de cadeias alimentares. 
→ O que é uma teia alimentar? 
A teia alimentar mostra 
as relações alimentares 
entre os organismos de 
um dado ecossistema, 
mas não de forma 
unidirecional. As teias 
são formadas por várias 
cadeias alimentares 
que se cruzam, 
demonstrando, assim, 
que um dado 
organismo pode ter 
diferentes hábitos 
alimentares e, 
consequentemente, 
ocupar mais de um 
nível trófico em um 
ecossistema. 
 
Na teia alimentar, um mesmo organismo enquadra-se em diferentes níveis tróficos 
→ O que representa melhor um ecossistema: uma cadeia ou uma teia alimentar? 
Como dito anteriormente, a cadeia representa um fluxo unidirecional de energia e 
nutrientes, o que representa apenas parte das relações de um ecossistema. Como os 
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/fotossintese.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/quimiossintese.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/decomposicao.htm
11 
organismos, muitas vezes, apresentam diferentes hábitos alimentares, as teias 
representam melhor um ecossistema. 
Atenção: As setas que estão presentes em uma representação da cadeia alimentar 
servem para substituir a expressão “serve de alimento para”. Sendo assim, o correto é 
colocar a seta em direção ao fluxo de energia e nutrientes. 
Exemplo: planta → caramujo → peixe 
 
SAÚDE PÚBLICA - BAIXADA SANTISTA (Alguns Indicadores - Estado de São Paulo) 
 
De todo o dinheiro que o Governo Estadual investe na saúde pública, pouco mais de 1% 
vai para a Baixada Santista. No ano de 2016, por exemplo, o Estado gastou R$ 19,3 
bilhões no sistema de saúde em todos os municípios. Desse total, 299,9 milhões (1,5%) 
foram enviados para as nove cidades da região. O percentual se manteve nesse 
patamar ao longo dos últimos anos. 
Enquanto isso, a Baixada Santista, com 1.765.277 habitantes, concentra 4,1% da 
população estadual. Os números fazem parte do levantamento feito pela empresa de 
consultoria e análise de dados R. Amaral & Associados e incluem também as despesas 
com unidades próprias do Estado, como o Hospital Guilherme Álvaro (HGA) e o 
Departamento Regional de Saúde (DRS). 
Levando em conta o critério populacional, a região deveria receber R$ 484,3 milhões, 
um valor superior ao faturamento total da Santa Casa, segundo o jornalista e consultor 
Rodolfo Amaral. Para efeito de comparação, a Grande São Paulo possui 47,5% da 
população do Estado, mas concentra 77,5% dos recursos da saúde estadual. 
Fratura de Fêmur - Idosos 
Esse indicador mede a ocorrência de internações hospitalares por fratura do fêmur (CID 
10 S72) na população com 60 anos ou mais de idade, registradas no Sistema de 
Informações Hospitalares (SIH) do Sistema Único de Saúde (SUS), em São Paulo, por 
região de saúde, nos anos de 2006 a 2008. Avalia o impacto das ações de saúde 
relacionadas à prevenção de quedas, osteoporose e fraturas inseridas na política de 
atenção integral à saúde da pessoa idosa, com foco na atenção primária, priorizada no 
pacto pela vida. É calculado com o número de internações hospitalares por fratura do 
fêmur, identificado pelo CID 10 S72, em pessoas com 60 anos ou mais, por local de 
residência dividido pelo total da população com 60 anos ou mais, no mesmo período de 
tempo e local e multiplicado pela base 10.000. Apresenta limitações para interpretação 
comuns a todos os indicadores que utilizam o SIH SUS como fonte para morbidade: a 
magnitude da morbidade relacionada às internações hospitalares do SIH. 
Cobertura vacinal para Influenza em maiores de 60 anos 
A influenza (gripe), é uma doença viral aguda do trato respiratório, caracterizada pelo 
início súbito de febre, calafrios, dor de garganta, cefaléia, mialgia e tosse não produtiva. 
Nos idosos é mais frequente a ocorrência de complicações como pneumonia e maiores 
12 
taxas de hospitalizações e mortalidade. As campanhas de vacinação contra influenza 
são realizadas no Brasil desde 1999 e a população alvo são as pessoas com 60 anos ou 
mais de idade. Durante a Campanha são vacinados também os profissionais de saúde e 
as pessoas portadoras de doenças crônicas e em 2017 os professores de escolas públicas 
foram incluídos. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de cobertura vacinal 
(CV) = a 80%. No período de 2006 e 2009, as CV, taxa média, nos Departamentos 
Regionais de Saúde (DRS) variaram entre 73,8% (DRSPiracicaba) a 90,6% (Baixada 
Santista). 
Razão de exames citopatológicos cérvico-vaginais 
 Esse indicador expressa a razão entre o número de exames citopatológicos cérvico 
vaginais realizados em mulheres de 25 a 59 anos e a população feminina nesta faixa 
etária. Dentre as limitações do indicador destaca-se que ele informa a quantidade de 
exames citopatológicos cérvico-vaginais (exame preventivo) realizados para atender a 
população– alvo, porém não revela a cobertura desta população, pois, pode haver 
repetição de exames para uma mesma mulher. Razões baixas podem refletir uma baixa 
produção de exames preventivos na população-alvo, devido à insuficiência da 
capacidade instalada ou dificuldades na captação de mulheres dentro da faixa-etária 
recomendada. As localidades que apresentam uma cobertura alta de planos privados 
de saúde, como é o caso do Estado de São Paulo, podem apresentar resultados mais 
baixos em relação àquelas localidades com maior dependência da rede SUS, uma vez 
que para o cálculo deste indicador considera-se a população feminina total. A fonte de 
dados utilizada é o Sistema de Informações do Câncer da Mulher (Siscam/Siscolo) e o 
IBGE para a população feminina na faixa etária. Essa informação possui um alto grau de 
desagregabilidade, pois os dados são alimentados pelos laboratórios que fazem a leitura 
da lâmina do exame preventivo. A prevenção da ocorrência do câncer de colo do 
útero requer a promoção do sexo seguro, especialmente o uso do preservativo 
masculino ou feminino em todas as relações sexuais – para evitar a infecção pelo Vírus 
HPV-, a detecção precoce de lesões precursoras deste câncer, seu tratamento 
adequado e monitoramento. 
Mortalidade infantil e componentes (Neonatal e Pós Neonatal) no Estado de São Paulo 
O coeficiente de mortalidade infantil (CMI) mede o risco que tem um nascido vivo de 
morrer antes de completar um ano de idade, calculado pela razão entre os óbitos em 
menores de um ano, o número de nascidos vivos em um determinado período e local. 
Esta taxa é considerada como um dos mais sensíveis indicadores de saúde e também 
das condições sócio-econômicas da população. Por medir o risco que tem um nascido 
vivo de morrer antes de completar um ano de vida, demonstra as condições de 
habitação, saneamento, nutrição, educação e também de assistência à saúde, 
principalmente ao pré-natal, ao parto e ao recém nascido . 
 
 
13 
Taxa de letalidadepor febre hemorrágica de dengue 
 Dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização 
Mundial da Saúde (OMS) estima que 80 milhões de pessoas se infectem anualmente, em 
100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes 
necessitam de hospitalização e 20 mil morrem. No Brasil há relatos de prováveis 
epidemias de dengue no início do século XX, em 1916, em São Paulo, e em 1923, em 
Niterói. Entretanto, a primeira epidemia documentada clínica e laboratorialmente 
ocorreu em Boa Vista, Roraima, em1982, comcercade11.000casos. Em 1986, com a 
ocorrência de epidemias no Rio de Janeiro, Ceará e Alagoas, a doença passou a ser de 
notificação compulsória no Estado de São Paulo. Sua ocorrência foi gradativamente 
estendo-se a novos estados brasileiros. A partir de 1994, as epidemias apresentaram 
maior vulto, com concentração dos casos no período de chuvas, que é a época em que 
as condições ambientais são propícias para o desenvolvimento e proliferação do 
mosquito vetor. Os primeiros casos de dengue hemorrágico apareceram no Rio de 
Janeiro em 1990, com a introdução de um novo sorotipo, o DEN 2. Em 2000 foram 
registrados 230.910 casos em todo o Brasil, sendo 51 casos de Febre Hemorrágica do 
Dengue nos Estados de Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de 
Janeiro e Rio Grande do Norte e São Paulo. 
Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera 
A taxa de cura dos casos de tuberculose (TB) bacilíferos é um indicador que reflete tanto 
a organização do atendimento e adesão dos pacientes, quanto a qualidade do sistema 
de informação. A meta mundialmente estabelecida, para que haja sucesso no controle 
da tuberculose, é curar pelo menos 85% dos casos. O Estado de São Paulo pactuou para 
os anos 2006, 2007 e 2008 uma meta de cura de casos novos bacilíferos de 78%, 
prevendo um aumento gradual para os anos subsequentes. 
 Por tratar-se de um indicador operacional está sujeito a influencia de fatores como a 
gestão de recursos humanos, sistema de informação, provisão de medicamentos 
estratégicos entre outros. A meta pactuada pelo Estado de São Paulo em 2006 foi 70% 
(atingida 84.43%), 90% em 2007 (atingida 77,02%) e 83% para 2008 (atingida 84,3%) 
Taxa de incidência de aids 
em menores de cinco anos 
de idade 
 Uma das metas do Pacto 
da Saúde do país, desde 
2008, é a diminuição em 
15% da taxa de incidência 
de aids, a cada ano, nas 
crianças menores de 05 
anos de idade. Entre 1987 e 
junho de 2009 foram 
14 
notificados 4.680 casos de aids por transmissão vertical (TV) no Estado de São Paulo, 
sendo que 3.675 casos (78,5%) ocorreram em crianças com menos de 05 anos de idade. 
A partir de 1997, o número de casos vem diminuindo sensivelmente, graças ao programa 
de redução da Transmissão vertical (TV) do HIV, com o oferecimento da pesquisa do HIV 
para o universo de gestantes e com o controle de gestantes infectadas e crianças 
nascidas de mães portadoras do vírus. 
Cobertura de primeira consulta odontológica programática 
Este indicador mostra o acesso da população aos serviços de saúde bucal que devem 
desenvolver ações de promoção, prevenção, tratamento precoce e reabilitação, 
organizados em um plano preventivo-terapêutico (PPT), com resolubilidade completa na 
atenção básica, média e alta complexidade. É expresso pelo percentual de pessoas 
que receberam uma primeira consulta odontológica programática no Sistema Único de 
Saúde (SUS), realizadas em determinado local e período, na população do mesmo local 
e período. As regiões com indicador mais baixo são a Grande São Paulo 6,19 (pplmente 
em função da Capital – 4,63), 
a Baixada Santista – 4,73, 
Campinas – 7,79 e Registro 
7,07. 
Taxa de internação hospitalar 
por AVC na faixa etária de 30 
a 59 anos 
O indicador mede a 
ocorrência de internações 
hospitalares por acidente 
vascular cerebral - AVC 
(procedimento Sistema de 
Informação Hospitalar 
SIH/SUS: 03.03.04.014- 9) na 
população de 30 a 59 anos. 
Avalia o impacto das ações de saúde relacionadas às doenças e agravos não 
transmissíveis com foco na redução do risco cardiovascular e do cuidado às condições 
crônicas da população adulta no SUS, em particular os portadores de hipertensão 
arterial sistêmica e diabetes mellitus. 
VÍRUS E BACTÉRIAS - QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DOENÇAS CAUSADAS POR ESSES AGENTES? 
As bactérias e os vírus são seres microscópicos que são responsáveis por um grande núm 
ero de patologias que acometem a sociedade como um todo. A seguir apresentamos 
as doenças mais comuns relacionadas à contaminação do organismo por vírus e 
bactérias: 
Doenças causadas por bactérias 
* Tuberculose 
Causa: contato com fluídos corporais (geralmente saliva) da pessoa contaminada pela 
15 
bactéria bacilo Mycobacterium Tuberculosis. 
Sintomas: emagrecimento, febre alta, fadiga e escarro sanguinolento. 
Tratamento: antibióticos e prevenção através da vacina BCG. 
* Tétano 
Causa: ferimentos ou escoriações causadas por objetos não esterilizados contaminados 
pelo bacilo Clostridium tetani. 
Sintomas: enxaqueca, enrijecimento dos músculos e morte por asfixia em casos mais 
avançados. 
Tratamento: aplicação do soro antitetânico e demais cuidados clínicos. 
*Sífilis 
Causa: contaminação pela bactéria Treponema pallidum através do contato sexual ou 
transmissão através da placenta de mãe para filho. 
Sintomas: Cancro duro nas genitais, fadiga, perda de apetite em caso mais graves 
ataca os órgãos e sistema nervoso, levando à morte. 
Tratamento: utilização de antibióticos variados. 
 
Doenças causadas por vírus 
* AIDS (acquired immunodeficiency syndrome) 
Causas: transmissão do vírus através de esperma, muco vaginal e sangue contaminado, 
como por exemplo, transfusão de sangue e relação sexual sem o uso de preservativo. 
Sintomas: por atacar o sistema imunológico a pessoa torna-se vulnerável a todos os tipos 
de infecção, a doença é letal em 100% dos casos. 
Tratamento: antirretrovirais que reduz o desenvolvimento da doença e chances de 
transmissão. 
* Sarampo 
Causas: contato direto com muco nasal do infectado 
Sintomas: tosse, manchas pelo corpo e febre alta. Em crianças a doença pode tornar-se 
mortal. 
Tratamento: analgésicos, antipiréticos e vacinação como forma de prevenção. 
* Febre amarela 
Causas: picada do mosquito Aedes Aegypti, Aedes albopictus ou do 
mosquito Haemagogus janthinomys (dependendo da área) contaminados pelo vírus. 
Sintomas: febre, alta, dores abdominais, diarreia, pele amarelada, vômitos a doença 
chega a ser fatal em alguns casos. 
Tratamento: o tratamento combate apenas os sintomas, até que o quadro se estabilize. 
 
Podemos concluir que boa parte das doenças causadas por vírus e bactérias pode ser 
evitada desde que sejam tomadas as 
devidas vacinas preventivas. Ter uma 
alimentação saudável e praticar 
atividades físicas regularmente também 
torna o organismo mais resistente a 
invasões. 
16 
 
SORO E VACINA Há claras diferenças entre soro e vacina: 
enquanto esta é usada para estimular a produção de anticorpos, aquele já possui os 
anticorpos necessários para combater o antígeno. 
As vacinas são uma forma de imunização ativa. Soro e vacina são dois agentes que atuam 
como imunizadores, entretanto, são usados em ocasiões diferentes, apesar de terem um objetivo 
comum que é proteger nosso corpo contra substâncias estranhas. Os dois produtos são 
fabricados a partir de organismos vivos, sendo, portanto, chamados de imunobiológicos. 
As vacinas são usadas como uma forma de proteção que estimula nosso organismo a 
produzir anticorpos contra determinada doença. Em razão dessa característica, dizemos 
que a vacina é uma forma de imunização ativa. 
Dessa forma, elas são produzidas a partir de antígenos inativados ou atenuados, que, ao 
serem colocados no nosso corpo, estimulam a produçãode anticorpos e células de 
memória pelo nosso sistema imunológico. Assim, quando nosso corpo for invadido 
novamente pelo mesmo antígeno, o organismo já terá formas de eliminá-lo 
rapidamente, antes de surgirem os sintomas da doença. As vacinas são usadas na 
prevenção de viroses e doenças bacterianas. 
Os soros, por sua vez, não promovem uma imunização ativa, uma vez que, nesses casos, 
são inoculados anticorpos previamente produzidos em outro organismo. No caso dos 
soros, dizemos que ocorre uma imunização passiva. 
Eles são conhecidos principalmente pela sua atuação no tratamento de peçonha de 
cobras e aranhas, porém também são produzidos para tratar algumas toxinas 
bacterianas e a rejeição de órgãos transplantados (soro antitimocitário). Os soros são 
usados em casos em que há necessidade de tratamento rápido, ou seja, quando não é 
possível esperar a produção de anticorpos pelo nosso corpo. 
A produção de soro é realizada no corpo de outro ser vivo, que normalmente é um 
mamífero de grande porte, como um cavalo. Injeta-se nesse animal, em doses 
controladas, o antígeno contra o qual aquele organismo deve produzir anticorpos. Assim 
que os anticorpos são produzidos, parte do sangue do animal é retirada e o plasma 
separado para a análise de controle de qualidade. As hemácias, leucócitos e plaquetas 
retiradas são colocadas novamente no animal. 
O soro, diferentemente da vacina, não possui função preventiva, sendo usado apenas 
como forma de cura. Também é importante destacar que o uso frequente de soros 
pode causar problemas de saúde, uma vez que o corpo pode identificar os anticorpos 
do soro como antígenos e desencadear a produção de anticorpos contra ele. 
Observe o quadro a seguir com as principais diferenças entre soro e vacina: 
VACINA SORO 
Usado na prevenção Usado na cura 
Contém antígeno inativado ou atenuado Contém anticorpos previamente 
produzidos em outro organismo 
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/anticorpos.htm
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-imunologico-humano.htm
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/ofidismo-soro-antiofidico.htm
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/ofidismo-soro-antiofidico.htm
17 
Imunização ativa Imunização passiva 
Fontes de Pesquisa: 
https://www.coladaweb.com/biologia/ecologia/ecossistemas-brasileiro 
https://www.todamateria.com.br/fatores-bioticos-e-abioticos/ 
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/fluxo-energia.htm 
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/estado-gasta-15-na-saude-da-
regiao/?cHash=ba432ab822c4bfa65af36c28adb9b9db 
http://portal.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/profissional-da-
saude/destaques//indicadores_de_saude_est_sp_ses_10.pdf 
http://www.atribuna.com.br/fileadmin/_processed_/csm_dadosregionais5_d8f9c78b8a.jp
g 
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/enfermagem/virus-e-bacterias-
quais-sao-as-principais-doencas-causadas-por-esses-agentes/49083 
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/soro-vacina.htm 
 
ATIVIDADES: 
1) Associe corretamente os Ecossistemas Brasileiros: 
 
a) Floresta Amazônica ( ) Presente em quase toda a parte do litoral Brasileiro 
b) Campos ( ) Único Bioma exclusivamente brasileiro 
c) Caatinga ( ) Formado por Gramineas, arbustos e árvores 
d) Cerrado ( ) Vegetação rasteira 
e) Litorâneos ( ) Maior floresta tropical 
f) Mata das Araucárias ( ) Está presente na região Sul do país 
g) Mata Atlântica 
2) Defina abaixo: 
a) Cadeia Alimentar: 
 
b) Teia Alimentar: 
 
3) Esquematize uma cadeia alimentar em que você seja consumidor. 
 
 
4) Quais são as principais doenças causadas por vírus e bactérias? 
 
 
5) E quais são as diferenças entre soro e vacina?

Mais conteúdos dessa disciplina